sábado, 23 de junho de 2012

Assembleia Municipal de Alpiarça ....em defesa do serviço de saúde em Alpiarça

Defesa do serviço de saúde em Alpiarça

Os eleitos da CDU da Assembleia Municipal de Alpiarça não estão indiferentes aos problemas que influenciam a qualidade de vida dos cidadãos que habitam neste concelho e nesse sentido estão preocupados com a prestação do Serviço de Saúde Público.

Considerando que:

- O esforço que todos os profissionais, médicos e enfermeiros, do Centro de Saúde de Alpiarça têm empregado para garantir a prestação dos serviços de Saúde no Município, apesar das condições deficientes em que trabalham;

- O Município de Alpiarça se disponibilizou a colaborar com o Ministério e os Serviços Regionais da Saúde para a resolução destes problemas, como foi exemplo o assegurar da habitação para a fixação dos médicos cubanos que têm prestado serviço no Centro de Saúde de Alpiarça;

- Em reunião com o Ministério da Saúde foi garantida a substituição atempada dos médicos cubanos que estavam de saída;

- Tem sido pouco o empenho que os responsáveis do Ministério da Saúde têm vindo a demonstrar para criar soluções que minimizem os transtornos e danos com que os utentes se deparam diariamente.

Pelo exposto, reclamando o direito constitucionalmente consagrado a cuidados de saúde de qualidade para todos os cidadãos, a Assembleia Municipal de Alpiarça reunida em 22 de Junho de 2012 delibera:

- Reclamar do Ministério da Saúde urgentes medidas, decisões e empenho no respeito pela concretização do direito à saúde previsto na Constituição da Republica Portuguesa e manifestar a todos os responsáveis pela política e administração deste sector a sua grande preocupação pelo abandono a que as questões dos cuidados de saúde dos nossos munícipes estão sujeitas;

- Apoiar a acção reivindicativa da população do concelho e da Comissão de Utentes de Saúde.

Neste sentido são de salientar os seguintes aspectos:

- Colocação nos serviços de saúde do concelho de Alpiarça de médicos no mais breve espaço de tempo, a fim de assegurarem a substituição dos médicos de nacionalidade cubana, no momento em que estes regressem ao seu país;

- Assegurar reabertura das extensões de saúde, pelo menos um dia por semana,com a presença de médico e enfermeiro;

- Diminuir os preços das taxas moderadoras e medicamentos para as pessoas que não os conseguem suportar.

Frade de Cima, 22 de Junho de 2012


A bancada da CDU na Assembleia Municipal de Alpiarça



Moção a enviar ao Presidente da República, Primeiro-ministro, Ministro da Saúde, Comissão Parlamentar de Saúde da Assembleia da República, Grupos Parlamentares, Conselho de Administração da A. R. S. de Lisboa, Direcção do Centro de Saúde de Alpiarça, Comissão de Utentes de Saúde de Alpiarça e comunicação social local, regional e nacional.
In(AgitAlpiarça)

Governo questionado sobre falta de médicos em Rio Maior

Governo questionado sobre falta de médicos em Rio Maior
A falta de médicos de família no concelho de Rio Maior levou o deputado do PCP eleito por Santarém a questionar o Governo “qual a disponibilidade existente para viabilizar as contratações necessárias para a criação de uma nova Unidade de Saúde Familiar na área de intervenção do Centro de Saúde de Rio Maior”.
Segundo António Filipe, a Unidade de Cuidados de Saúde Primários de Rio Maior tem 10.954 utentes e “dispõe apenas de quatro médicos do quadro, encontrando-se um deles à beira da reforma, e de dois outros médicos contratados por via de uma empresa de prestação de serviços”.
“Em consequência deste défice de pessoal médico, cerca de 6.000 utentes não têm médico de família. Seria necessário contratar cinco médicos para que a situação fosse minimamente
satisfatória”, considera o deputado comunista acrescentando que .
essas contratações permitiriam criar uma nova Unidade de Saúde Familiar na cidade.
In( Mirante)

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Comissão de Utentes do Médio Tejo reune segunda-feira..

... para analisar as declarações e o documento do CA do CHMT, na Conferência de Imprensa de quinta-feira, onde constam alguns erros de facto e, a par de algumas decisões positivas, se insiste no erro da centralização de serviços fundamentais para as populações, o que implica que os utentes e famílias sofram mais, com cuidados hospitalares mais longe e mais caros.

Nessa reunião será feito o balanço da recolha de assinaturas "PELA NOSSA SAÚDE".

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Centro Hospitalar do Médio Tejo espera reduzir 16 milhões de euros em custos este ano.

Centro Hospitalar do Médio Tejo espera reduzir 16 milhões de euros em custos este ano.
O Centro Hospitalar do Médio Tejo espera conseguir este ano uma redução de 16 milhões de euros nos custos, em relação a 2011, anunciou esta quinta-feira, 21, o presidente do conselho de administração, num balanço da reorganização iniciada em Janeiro.
Joaquim Esperancinha assegurou que a primeira fase da reorganização do centro hospitalar (CHMT), que decorreu entre 23 de Janeiro e 1 de Março, cumpriu os objectivos de melhoria da prestação de cuidados de saúde e de contribuir para a sustentabilidade económico-financeira do CHMT.
De acordo com os indicadores apresentados, relativos a Maio, o CHMT registou um decréscimo de idas às urgências (menos 23,3%), da actividade cirúrgica (menos 9,4%), do número de consultas médicas (menos 5,6%), do número de sessões em hospital de dia (menos 6,1%), tendo havido um acréscimo de 1,3% no número de partos.
O número de doentes inscritos para cirurgia é de 2.655, sendo o tempo médio de espera de 103 dias.
Segundo o conselho de administração, os custos totais do CHMT atingiram em Maio os 35,9 milhões de euros, contra os 42,2 milhões do ano anterior, uma redução de 15%.
Em relação às contas de 2011, o ano fechou com um défice acumulado de 150,6 milhões de euros, sendo a dívida total de 95 milhões de euros, 56,5 dos quais a fornecedores externos.
Joaquim Esperancinha afirmou ter conseguido alargar por três anos (para 2014) o prazo inicialmente dado ao CHMT para conseguir um EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) nulo.
Na conferência de imprensa de balanço das primeiras fases da reorganização em curso, em Torres Novas, o director clínico do CHMT, Paulo Vasco, assegurou que as alterações introduzidas, nomeadamente nas urgências, permitiram uma “melhoria significativa no nível assistencial”, havendo mais qualidade no atendimento.
Joaquim Esperancinha admitiu que a reorganização foi “forte” e “muito rápida”, havendo ainda “ajustes finos” a fazer, mas garantiu que não haverá retrocesso.
Por outro lado, assegurou que a eventual retirada de valências, apontada no estudo divulgado pela Entidade Reguladora da Saúde, não faz sentido no projecto para o CHMT aprovado pela tutela e que todo o trabalho que está a ser desenvolvido considera a existência de três unidades – Torres Novas, Tomar e Abrantes -, não havendo qualquer intenção de encerrar alguma delas.
Joaquim Esperancinha adiantou que está em curso a segunda fase da reorganização do CHMT, que passa pela reestruturação da Medicina Física e de Reabilitação (com Tomar a concentrar a vertente de ambulatório, mantendo Torres Novas e Abrantes o apoio ao internamento), da Imagiologia (passando Abrantes a dispor dos serviços de TAC e Ecografia 24 horas/dia), da Patologia Clínica (concentração do laboratório em Abrantes) e da Imuno-hemoterapia (concentração do processamento em Torres Novas).
Por outro lado, está a decorrer o processo para automatização do processamento da unidose, para introdução de uma pulseira com código de barras que registará todo o histórico do doente desde a chegada às urgências e de sistemas informáticos que visam melhorar o funcionamento dos vários serviços.
In ( Mirante)

Multas nas taxas moderadoras...apartir de julho!

"Falsos" isentos de taxas moderadoras vão começar a receber avisos para pagar
Até ao fim do mês o pagamento é voluntário.
Quem receber a notificação da dívida tem 10 dias
para proceder ao pagamento. Esgotado esse prazo,
as coimas vão de 30 a 180 euros.
 
A partir de Julho, avançam as multas a quem, não estando isento, não pagou taxas moderadoras nos serviços de saúde. Até ao fim deste mês, o pagamento é voluntário, mas se ficaram taxas por pagar, é altura de começar a fazer contas, já que o não pagamento só prescreve ao fim de três anos.

De acordo com um decreto-lei publicado esta quinta-feira em "Diário da República", o utente começa por ter 10 dias depois de ser notificado da dívida por carta registada. Esgotado esse prazo, sujeita-se a uma coima no valor mínimo de 30 euros e no máximo de 180.

Quem continuar sem pagar a taxa moderadora em dívida, mais a respectiva coima, vê o processo encaminhado para a autoridade tributária. O fisco pode assim proceder à execução coerciva, desde que o valor seja igual ou superior a 10 euros. Em última instância, pode haver penhora de bens.

Por lei, o não pagamento de taxas moderadoras na saúde só prescreve ao fim de três anos. Por isso, haverá muitos utentes que têm contas para fazer, já que esta fórmula se aplica isoladamente a cada taxa não paga no momento da prestação do serviço de saúde.
In (Renascença)

Alpiarça com 4mil pessoas sem médico de família...

Comissão de Utentes de Alpiarça revoltada com Dr.ª Luísa Portugal

Cerca de 4.000 Alpiarcenses sem médico de família neste momento; depois da garantiada da Directora do ACESS Lezíria ll, Drª Luísa Portugal de que os médicos de origem Cubana não abandonariam o seu posto de trabalho até regressar outros dois médicos de origem Cubana para subtituição do Drº Jorge e Dr.ª Mercedes...




Todas as lutas contam (201) - SADO


MOVIMENTO

POR MELHORES COMBOIOS NA “LINHA DO SADO”

Rua Silva Pinto,6 R/C, 2900 Setúbal Fax: 210 879 405




                                                         Exmo. Senhor

                                                         Dr. Álvaro Santos Pereira

                                                         Ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento

    Rua da Horta Seca

                                                         1200-221 Lisboa



Setúbal, 20.06.2012

Assunto: Incumprimento dos horários e supressões de comboios na Linha do Sado.
                                                  

Senhor Ministro,

O incumprimento dos horários e a supressão de comboios que se vem verificando na Linha do Sado, chegando ao ponto da CP anunciar que no próximo dia 28 de Junho não haverá circulação de comboios nem transporte alternativo da sua parte, a verificar-se, violará o compromisso da parte da CP e do Ministério da Tutela quanto à circulação de comboios e respectivos horários.


Aos utentes, Senhor Ministro, é posta a obrigatoriedade de cumprir, e cumprem. Logo, a CP não pode ficar à margem do seu compromisso público com os utentes, a região e o país, quando dela dependem o emprego de milhares de utentes e a vida económica numa região tão densamente povoada.


Situações como as que se verificaram na primeira quinzena do corrente mês (exemplo do dia 11 pelas 11,45 horas), em que chegou ao ponto das três unidades motoras em circulação duas ficarem avariadas na linha, (Penteado e Pinhal Novo), provocando em todo o dia grandes atrasos e supressão de comboios, que não é caso único, não poderão ser repetidos.


Como a Comissão de Utentes da Linha do Sado vem reclamando desde o início da electrificação da linha, é indispensável e existência de mais uma unidade motora de reserva, a fim de permitir a manutenção periódica do material circulante, tendo como base as instalações da EMEF no Barreiro.

Senhor Ministro,

Os utentes da Linha do Sado não podem aceitar o argumento da CP, assente no facto do Governo ter que cumprir a imposição da Troika do FMI/ EU, quando as populações da Península de Setúbal, milhares de trabalhadores, de estudantes, de reformados e de pessoas que têm que se deslocar aos Serviços de Saúde, estão dependentes da regularidade do transporte ferroviário, designadamente na sua deslocação a Lisboa.


Como Comissão de Utentes eleita, não deixaremos de estar ao lado de todas as vozes que se posicionem em oposição à imposição da Troika do FMI/EU, defendendo por todos os meios e formas de acção legais ao nosso alcance, a defesa do transporte ferroviário público, eléctrico, de funcionamento regular na Linha do Sado, que as populações e as autarquias sempre reivindicaram, como uma necessidade ligada ao desenvolvimento da região.


Senhor Ministro: nós e os utentes aguardamos que V.ª Ex., de quem depende hoje a decisão sobre a regularidade de funcionamento da Linha do Sado, esteja ganho para atender ao que vos expomos.



                                                                  Com os melhores Cumprimentos.

                                                                  P`la Comissão de Utentes da Linha do Sado

                                                              Américo Leal //  Frederico Tavares