segunda-feira, 2 de julho de 2012

INEM: Ambulâncias em risco de parar

Por falta de seguro automóvel

INEM: Ambulâncias em risco de parar

O sindicato admite parar as ambulâncias do INEM a partir de amanhã (terça-feira), caso os serviços daquele instituto não entreguem as cartas verdes dos seguros automóveis até ao final do dia, situação que o INEM garante resolver ainda esta segunda-feira.
Sindicato denuncia falta de seguro automóvel
"Se a situação se mantiver, terça-feira daremos indicações [aos condutores] para as ambulâncias não circularem", garantiu o presidente do Sindicato dos Técnicos de Ambulância de Emergência (STAE), Ricardo Rocha.
No entanto, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) esclareceu que os comprovativos das apólices de seguro dos seus veículos começam esta segunda-feira a ser distribuídos, depois de o Sindicato dos Técnicos de Ambulâncias ter denunciado a circulação das viaturas sem o respectivo dístico da seguradora.
"O que aconteceu foi que o seguro contratado foi um seguro semestral, terminou no passado mês de Junho, foi contratado para o semestre seguinte e as cartas verdes chegaram da seguradora na sexta-feira ao final da tarde, o que inviabilizou a sua distribuição pelos veículos. A partir do dia de hoje a situação começará a ficar regularizada, porque dia 1 [de Julho] foi domingo e isso inviabilizou a distribuição das cartas", esclareceu o INEM, através da sua assessoria de imprensa.
No domingo, o Sindicato dos Técnicos de Ambulância de Emergência (STAE) alertou para o facto de o seguro que cobre as viaturas do INEM ter terminado a 30 de Junho, um sábado, e de a 1 de Julho, domingo, ainda não ter chegado às viaturas qualquer documento que comprovasse o pagamento do seguro para o segundo semestre do ano.
A situação levou mesmo, de acordo com o sindicato, a que algumas viaturas tenham sido declaradas inoperacionais para o serviço, por decisão dos técnicos que as conduzem, durante cerca de uma hora, na madrugada de sábado para domingo, até terem conseguido a confirmação de que o seguro tinha sido pago.
O INEM desconhece que tenham ficado ambulâncias paradas, mas o sindicato, sem adiantar informações precisas, garante que houve casos de inoperacionalidade na região de Lisboa e do Porto, mas apenas até terem obtido por parte dos serviços a confirmação do pagamento do seguro.

Crise já prejudica doença

Alergia: Doentes pedem medicamentos mais baratos

Crise já prejudica doença


A asma atinge um milhão de portugueses, quase 10% da população, e tem tendência a aumentar no futuro. Por ser uma doença crónica e, na maior parte dos casos alérgica, têm vindo a ser investigadas novas vacinas e medicamentos para diminuir os tempos de tratamento e aumentar a sua eficácia. Porém, a crise económica está a levar ao descontrolo da doença.

Exame avalia respiração                                       

A asma é uma doença inflamatória crónica das vias respiratórias. Pode ser tratada com medicação inalada, vacinas ou outros produtos por via oral. As vacinas têm de ser tomadas durante três a cinco anos, mas estão a ser desenvolvidas novas opções para diminuir o tempo de tratamento. Também há novos fármacos que servem de solução aos 5% dos doentes que sofrem de asma grave e não respondem ao tratamento convencional (corticóides).
"Os fármacos novos são caros e há doentes que pedem os mais baratos. A comparticipação de 50% das vacinas foi suspensa há um ano. O que os doentes podem fazer é evitar o que provoca alergias e seguir o tratamento prescrito pelo seu médico", alertou Jorge Ferreira, da Sociedade Portuguesa de Pneumologia.
DISCURSO DIRECTO
"É DOENÇA REVERSÍVEL", Jorge Ferreira, Pneumologista
Correio da Manhã – Em que é que consiste esta doença?
Jorge Ferreira – A asma é uma doença que surge devido à contracção dos brônquios, mas é reversível. No entanto, como é uma doença crónica deve manter-se o tratamento.
– Houve alterações no seu tratamento?
– Antes só se controlavam 5% dos doentes. Agora a maior parte dos pacientes tem a doença controlada

Todas as lutas contam(302)-Adesão à greve na Rodoviária de Lisboa rondou 70%

Chegou aos 100% em Santa Iria e Sacavém

Adesão à greve na Rodoviária de Lisboa rondou 70%

A greve na Rodoviária de Lisboa contou com uma adesão de cerca de 70 por cento dos trabalhadores, chegando aos 100 por cento nos centros de Santa Iria e Sacavém, avançou neste sábado à Lusa o sindicalista António Fernandes.
 
A paralisação de 24 horas terminou às 03h00 deste sábado, com os trabalhadores a ameaçarem com uma nova paralisação no final do mês de Junho   

A paralisação de 24 horas terminou às 03h00 deste sábado, com os trabalhadores a ameaçarem com uma nova paralisação no final do mês de Junho, caso a administração da empresa continue a recusar a integração do abono dos motoristas na tabela salarial.
Segundo António Fernandes, da Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (FECTRANS), os trabalhadores decidiram, em plenário, esperar pela nova reunião com a administração que está marcada para dia 12.
"Se a administração decidir integrar o abono de 12 euros que atribuiu aos motoristas na tabela salarial, os trabalhadores consideram-se satisfeitos. Se isso não acontecer, fazem nova greve", explicou.
A FECTRANS convocou a greve por entender que a empresa tomou uma decisão discriminatória no ano passado ao conceder aumentos de 1,3 por cento a todos os trabalhadores, excepto aos motoristas.
Na Rodoviária de Lisboa trabalham cerca de 800 pessoas, das quais cerca de 600 são motoristas.
A empresa de transportes serve toda a Área Metropolitana de Lisboa e faz maioritariamente serviços urbanos.
A agência Lusa tentou contactar com a Rodoviária de Lisboa, mas até ao momento não foi possível.

Resultados da privatização e liberalização do sector

Cartaxo aumenta água em Assembleia escaldante
Notícias | Politica
Escrito por Redação on Sexta, 29 Junho 2012 17:06

A Assembleia Municipal do Cartaxo aprovou na quinta-feira, 28 de Junho, uma actualização do tarifário dos serviços de água e saneamento, que, na prática, se vai traduzir em novos aumentos que os munícipes vão sentir no bolso quando receberem a factura em casa.
As interpretações políticas e as divergências percentuais nos cálculos da subida dos preços que vão ser doravante praticados pela Cartágua (empresa privada que gere o sistema no concelho) provocaram algumas trocas de palavras bastante azedas entre os eleitos do PS e a restante oposição. O debate foi muito caloroso e chegou a raiar a ofensa, nas intervenções mais animadas.
A maioria socialista, apoiada nas explicações dadas pelo executivo que gere a Câmara, admite que os aumentos rondem os 4,95%, mas nas contas de todas as bancadas da oposição (PSD, CDU e BE), há subidas que chegam aos 16% em algumas taxas que afectam as famílias mais numerosas e as famílias carenciadas, abrangidas pelo regime do apoio social.
Câmara sustenta que aumentos nem se vão sentir
Na sua intervenção, o presidente Paulo Varanda explicou que a Câmara teve em especial atenção o momento de dificuldades económicas que as famílias atravessam, e que os valores pagos pelas empresas vão mesmo baixar.
De acordo com o autarca, 80% dos agregados do concelho terão um acréscimo final que não ultrapassará os 0,5 euros, assim como os estabelecimentos comerciais vão ver a sua factura baixar com alguma relevância, consoantes os níveis de consumo que atinjam.
Como as explicações de Paulo Varanda não convenceram a oposição, o novo protocolo entre a autarquia e a Cartágua acabou por ser aprovado com 11 votos favoráveis do PS, duas abstenções (também de eleitos socialistas) e oito votos contra, de todas as bancadas da oposição e de Rita Monteiro, uma independente eleita pelo PS que se recusou inclusivamente a subscrever a declaração de voto apresentada pelo grupo do Partido Socialista.
Declaração de voto acende rastilho
A declaração de voto em causa é um ataque directo que tem como alvo único o Bloco de Esquerda do Cartaxo, acusado pelos socialistas de lançar “campanhas de desinformação” com o objectivo de atingir a “manipulação da opinião pública”.
No documento, os eleitos do PS dão-se por satisfeitos com os esclarecimentos prestados e negam os aumentos denunciados em relação às famílias numerosas e carenciadas, “entre outros erros”.
Apesar dos outros dois partidos – PSD e CDU – também os terem referido, a declaração lida por António Pego acusa os eleitos do Bloco – Pedro Mendonça e Odete Cosme – de “lançar ideias e conceitos errados para que fique interiorizado na população um sentimento de revolta, quase a raiar a anarquia, situação que se reveste da mais completa deslealdade institucional”.
“Nunca a oposição política no Cartaxo contou com elementos de nível tão duvidoso como nos últimos tempos”, lê-se ainda na declaração que Rita Monteiro se recusou a subscrever, antes de Pedro Mendonça, na resposta, ter aconselhado António Pego a pedir a demissão de eleito municipal.
Bloco de Esquerda diz ao PS para “ganhar vergonha”
“Se não estão habituados a que a verdade seja dita, habituem-se, meus senhores!”, retorquiu Pedro Mendonça, referindo que nem ele próprio já acredita “que a maioria dos militantes do PS no concelho subscreva o disparate que acabou de ler”.
“Não foi o Bloco de Esquerda que criou a situação catastrófica em que a Câmara está, e também não é o Bloco de Esquerda que está a aumentar a água no Cartaxo. E isto é a verdade, não é baixar o nível”, sublinhou o eleito bloquista, para quem “tem havido um regabofe com dinheiros públicos, e não foram os elementos do Bloco, da CDU e do PSD que os gastaram”.
Pedro Mendonça terminou a sua intervenção dizendo aos eleitos do PS para “ganhar vergonha”, uma vez que foram eleitos “para defender os interesses das pessoas, e não os seus camaradas”.
No rescaldo do debate sobre o assunto, todos os partidos da oposição se queixarem de terem colocado questões concretas que não obtiveram respostas por parte do executivo que gere a Câmara do Cartaxo.
Tags: cartaxo agua

domingo, 1 de julho de 2012

Verdes" preocupados com encerramento de postos da GNR

Imagem Arquivo / Ilustrativa

Verdes" preocupados com encerramento de postos da GNR
Notícias | Sociedade
Escrito por Redação on Sexta, 29 Junho 2012 13:45
Imagem Arquivo / Ilustrativa

O partido ecologista “Os Verdes” entregou na Assembleia da República, um requerimento em que questiona o Governo sobre a reorganização de efetivos e meios na Guarda Nacional Republicana (GNR) em Santarém, nomeadamente sobre um projeto-piloto a ser implementado no concelho e que poderá levar ao encerramento de postos da GNR.
O documento, assinado pelo deputado José Luís Ferreira, foi entregue esta sexta-feira, 29 de Junho, questiona o modelo de segurança que passa por colocar um militar da GNR em cada junta de freguesia, em espaço a ceder às custas das autarquias, a equipar por esta (com mobiliário, computador, impressora, etc.) e com cedência ainda por parte da mesma de uma viatura de duas rodas de baixa cilindrada (scooter).
De acordo com o projeto, o computador serviria “para registar queixas e dar andamento a inquéritos”, e a scooter para “poder percorrer a freguesia, fazendo notificações e passando pelas escolas e pelas residências dos idosos identificados como vivendo isolados”, de acordo com o noticiado na comunicação social local a partir de uma nota da agência Lusa.
Além da “bondade” do projeto, “Os Verdes” estão preocupados com o eventual encerramento do posto de Pernes e por isso querem saber se a decisão de avançar com este modelo piloto partiu apenas do comando territorial da GNR de Santarém ou existe algum estudo, projeto, intenção ou possibilidade de o pôr em prática noutros locais do país.
Nas oito perguntas enviadas ao Governo, José Luís Ferreira pergunta ainda, entre outras questões se a decisão de avançar com a sua implementação para o concelho de Santarém já está tomada.
NOTÍCIA RELACIONADA:

Os portugueses são, pois, dos que mais pagam directamente do seu bolso: 26% face aos 20,1% da média dos países da OCDE.

Sábado, Junho 30

How Does Portugal Compare






 
Portugal - OECD Health Data 2012 link

Total health spending accounted for 10.7% of GDP in Portugal in 2010, more than one percentage point higher than the OECD average of 9.5%.
Portugal spent only 2728 USD on health per capita in 2010 (adjusted for purchasing power parity), a lower figure than the OECD average of 3268 USD.
Health spending in Portugal increased in real terms by 2.3% per year on average between 2000 and 2009, but this growth rate slowed down to 0.6% only in 2010.
In Portugal, 65.8% of health spending was funded by public sources in 2010, less than the OECD average of 72.2%. Os portugueses são, pois, dos que mais pagam directamente do seu bolso: 26% face aos 20,1% da média dos países da OCDE.
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