sexta-feira, 5 de junho de 2026

5 junho - Dia Mundial do MEIO AMBIENTE

 


TORRES NOVAS: Façam favor de utilizar outro passeio!!!

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NÃO INCOMODAR O CRESCIMENTO DO ARBUSTO!!!


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Reclamações sobre serviços de COMUNICAÇÕES voltam a aumentar

 https://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=1845221


Reclamações sobre serviços de comunicações voltam a aumentar

No 1.º trimestre de 2026, após uma redução de 11% registada no último trimestre de 2025, as reclamações sobre serviços de comunicações voltaram a aumentar.

A ANACOM registou cerca de 29,1 mil reclamações escritas contra prestadores de serviços de comunicações, o que corresponde a um acréscimo de cerca de 2 mil reclamações (+7%) face ao mesmo período de 2025.

Este aumento foi impulsionado sobretudo pelos serviços postais, cujas reclamações cresceram 16%, atingindo 10,8 mil ocorrências e representando 37% do total. As reclamações relativas aos serviços de comunicações eletrónicas também aumentaram neste período (+2%), totalizando 18,2 mil ocorrências e correspondendo a 63% do total das reclamações.

A MEO foi o prestador mais reclamado em termos absolutos, concentrando cerca de 7 mil reclamações no período em análise (38% do total). Foi também o operador que registou o maior aumento, com mais 2,3 mil reclamações face ao mesmo período de 2025 (+49%). Ainda assim, mantém a menor taxa de reclamação entre os principais prestadores, com 1,6 reclamações por 1000 clientes.

A Vodafone foi o único dos principais prestadores a registar uma diminuição do número de reclamações (-20%). Apresenta também o menor volume absoluto de reclamações entre os principais prestadores, com cerca de 4,8 mil reclamações (26% do total), e uma taxa de 1,8 reclamações por 1000 clientes.

Destaca-se ainda a redução significativa das reclamações dirigidas à DIGI/NOWO (-42% face ao período homólogo), que representaram cerca de 5% do total das reclamações (cerca de mil reclamações), com uma taxa de 2,3 reclamações por 1000 clientes.

A NOS surge como o segundo prestador mais reclamado em termos absolutos, com cerca de 5,5 mil reclamações (30% do total), tendo registado um ligeiro aumento no período (+1%). Entre os principais prestadores, apresenta a taxa de reclamação mais elevada, com 1,9 reclamações por 1000 clientes.

Demora na resolução de falhas domina as reclamações

A demora na reparação ou a reparação deficiente de falhas nos serviços mantém-se, pelo quinto trimestre consecutivo, como o principal motivo de reclamação. No período em análise, representou 29% do total de reclamações sobre comunicações eletrónicas, mais 18 pontos percentuais do que no mesmo período do ano anterior.

Este foi o motivo mais referido em todos os principais prestadores. Na MEO, representou 34% das reclamações, o que corresponde a um aumento de 23 pontos percentuais face ao primeiro trimestre de 2025. Na NOS, correspondeu a 27% das reclamações (+17 pontos percentuais) e, na Vodafone, a 26% (+13 pontos percentuais). Estes resultados refletem, em grande medida, o impacto dos fenómenos meteorológicos extremos no funcionamento dos serviços.

Registaram-se ainda aumentos noutros motivos de reclamação, nomeadamente nas falhas nos serviços de acesso à Internet fixa (+7 pontos percentuais), nas falhas no serviço de televisão por subscrição (+4 pontos percentuais) e na faturação de serviços não prestados (+3 pontos percentuais).

Prestadores de menor dimensão registam os maiores aumentos

No 1.º trimestre de 2026, os CTT mantiveram-se como o prestador de serviços mais reclamado, com 9,1 mil reclamações (70% do total do sector), correspondendo a um aumento de 2% face ao mesmo período de 2025. Este volume equivale a 0,8 reclamações por cada 10 000 envios postais.

A DPD surge como o segundo prestador mais reclamado, com cerca de 900 reclamações (9% do total), o que representa 1,2 reclamações por cada 10 000 envios postais e um crescimento de 10% no período. Segue-se a GLS, com 8% das reclamações (cerca de 800 ocorrências), tendo triplicado o volume de reclamações face ao período homólogo. Também a DHL registou um aumento significativo, com cerca de 400 reclamações (4% do total), triplicando igualmente o número de ocorrências.

Falta de tentativa de entrega ao domicílio continua a liderar as reclamações no sector postal

A ausência de tentativa de entrega do objeto postal no domicílio mantém-se como o principal motivo de reclamação, representando 25% do total das reclamações no sector postal.

No período em análise, destacam-se ainda os aumentos verificados nas reclamações relacionadas com a devolução indevida de objetos postais (10%, +7 pontos percentuais), a demora ou não resolução de reclamações (9%, +3 pontos percentuais), a falta ou atraso na entrega de objetos postais em morada alternativa (7%, +3 pontos percentuais) e as dificuldades de acesso e funcionamento das linhas telefónicas de apoio (5%, também com um acréscimo de 3 pontos percentuais).


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quinta-feira, 4 de junho de 2026

DOAR SANGUE: hoje no hospital TORRES NOVAS, amanhã em TOMAR

 


MÉDIO TEJO: 11 junho - Reunião da Comissão de Utentes

 


Torres Novas/ÁRGEA - Reunião da População, 8 junho, 21 horas

 




Portugal com menos crianças e mais desigualdade territorial

 


https://www.marktest.com/wap/a/n/id~2ce6.aspx

Portugal com menos crianças e mais desigualdade territorial

Segundo os dados do INE disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest e na sua aplicação web Municípios Online, nasceram em Portugal 84 642 crianças em 2024, menos cerca de 25 mil do que as 109 294 registadas em 2004.

Esta evolução corresponde a uma redução de 24% da taxa bruta de natalidade entre 2004 e 2024, que passou de 10.7‰ para 7.9‰. Para além da quebra dos nascimentos, mantém-se uma estrutura territorial marcada por fortes assimetrias demográficas.

A evolução da taxa de natalidade não foi uniforme ao longo destes 20 anos. Entre 2005 e 2013 registou-se uma descida acentuada, associada ao envelhecimento da população, ao adiamento da maternidade e aos efeitos da crise económica. Seguiu-se um período de estabilização e ligeira recuperação até ao final da década de 2010, mas nos últimos anos a tendência voltou a ser de enfraquecimento.

Apesar da diminuição generalizada da natalidade, o padrão geográfico manteve-se relativamente estável. As taxas mais elevadas continuam concentradas sobretudo na Área Metropolitana de Lisboa e em alguns concelhos do Algarve. Em 2024, destacam-se Amadora, Odivelas, Loures, Sintra, Seixal, Moita, Albufeira e Loulé, todos com mais de 10 nascimentos por mil habitantes.

No extremo oposto encontram-se vários concelhos do interior Norte, Centro e Alentejo, onde a natalidade permanece muito reduzida. Em municípios como Carrazeda de Ansiães, Pinhel, Alcoutim, Almeida ou Sabugal, as taxas situam-se entre 2 e 3 nascimentos por mil habitantes.

A análise da evolução ao longo dos últimos vinte anos permite identificar quatro perfis territoriais distintos:

  • Concelhos metropolitanos e suburbanos jovens, com taxas de natalidade sistematicamente acima da média, beneficiando da concentração de famílias jovens e da capacidade de atração residencial.
  • Interior envelhecido, marcado por baixos níveis de natalidade ao longo de todo o período, refletindo a perda de população e o envelhecimento demográfico.
  • Concelhos de perfil intermédio, incluindo muitas capitais de distrito e cidades médias, cuja evolução acompanha de perto a tendência nacional.
  • Territórios particularmente dinâmicos, um grupo mais restrito de concelhos que mantém taxas elevadas mesmo num contexto nacional de declínio.
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Embora a tendência geral seja de descida, alguns municípios conseguiram reforçar os seus indicadores ao longo do período analisado. Odivelas e Amadora destacam-se por apresentarem, em 2024, taxas de natalidade superiores às observadas no início da série. Também Odemira, Monchique, Alandroal e Vila Velha de Ródão registam evoluções positivas.

Em sentido contrário, Santa Cruz (Madeira), Barrancos, Ribeira Grande, Porto Santo e Sesimbra encontram-se entre os concelhos que registaram as quebras mais expressivas.

Estes dados mostram, assim, que o desafio da natalidade em Portugal não é apenas quantitativo, mas também territorial, exigindo respostas diferenciadas em função das características demográficas de cada concelho.

Estes dados, disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest e na sua aplicação web Municípios Online, refletem as mudanças demográficas, sociais e económicas que têm vindo a alterar os modelos tradicionais de família.