terça-feira, 10 de março de 2026

ABRANTES: utentes defendem FUNCIONAMENTO PERMANENTE da MATERNIDADE

 


Por estes dias, na Península de Setúbal e na zona do Estuário do Tejo, utentes e autarcas juntam-se em protesto (das formas possíveis) para reivindicar o não encerramento das Urgências Obstétricas/maternidades.

Quer Setúbal e Barreiro quer Vila Franca de Xira fazem parte de uma lista de maternidades a fechar (nessa lista está também Abrantes), depois de criadas as chamadas urgências regionais.

Utentes (já recolheram mais de 23 mil assinaturas) e autarcas (que já tomaram algumas posições públicas) do Médio Tejo têm de estar atentos à possibilidade de encerramento da maternidade ULSMT/Abrantes que, a concretizar-se por decisão governamental, será uma medida lesiva das populações, profissionais e da região.

Há que continuar a desenvolver esforços para o FUNCIONAMENTO PERMANENTE  da MATERNIDADE da ULS Médio Tejo, situada no Hospital de Abrantes.





E no 23ª aniversário da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo

 


Torres Novas: DAR SANGUE, 11 março, na Associação de Dadores

 


O mundo precisa de PAZ!

 


Informação / comunicação: o ALGODÃO pode ou não ENGANAR...

VER AQUI:

https://rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=3251&fileName=10_dicas_para_identificar_noti_cias_fals.pdf


 Yeni Şafak 

3 h 
Influenciadores, consultores e empresas de mídia entraram com processos judiciais contra o governo israelita, alegando que eles não foram totalmente compensados pelo trabalho de promoção de mensagens pró-Israel online durante a guerra em Gaza. As reivindicações legais envolvem milhões de shekels em pagamentos que os queixosos dizem terem sido prometidos mas nunca entregues.
De acordo com os processos, alguns indivíduos teriam sido oferecidos pagamentos de até 7.000 dólares por publicação nas redes sociais como parte de uma campanha destinada a moldar a opinião internacional. Uma empresa afirma que o estado ainda deve cerca de 1,7 milhões de shekels, enquanto outra empresa diz que é devido cerca de 600.000 shekels por operar um estúdio de mídia e gerenciar atividades de comunicação relacionadas.
Arquivos judiciais também alegam que os contratantes cobriram despesas significativas, incluindo viagens, produção e operações de campanha digital. Um processo afirma que o governo finalmente "recusou-se a liquidar as suas dívidas", deixando empresas e influenciadores a procurarem indenização através de ações legais.


NOTA: e quem nos diz que esta informação é verdadeira...??