domingo, 31 de maio de 2026

TN / ÁRGEA: Quanta água precisa uma fábrica de biometano? Façamos as contas!

 Quanta água precisa uma fábrica de biometano? Façamos as contas!

Quanta água precisa uma fábrica de biometano? Façamos as contas!
Anda a circular uma pergunta: "Porque é que assumem que vão ficar sem água"?
Pergunta justa. Então não assumamos nada, calculemos, com os números do próprio Estudo de Impacte Ambiental.
Consumo previsto de 16.425 toneladas de água por ano para o processo.
Um poço selado na área do projeto (SNIRH n⁰ 320/45), em avaliação para fornecer essa água.
Captação de drenos com origem no lençol freático.
A massa de água local chama-se, precisamente, Ribeira de Árgea.
O exercício: 16.425 toneladas=16.4 milhões de litros por ano. Agora juntem a isto a água que os poços e furos da zona já retiram para a agricultura, e a profundidade do lençol freático na nossa região.
Sobra água para todos nos meses mais secos?
Isto é o que cada um pode verificar no estudo e perguntar na consulta pública.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
ASSINAR A PETIÇÃO PÚBLICA em


::::::::::::::::::::::::::::::::
ÁRGEA: debater a UNIDADE BIOMETANO

8 junho, segunda, 21 hs - Soc Filarmónica

REUNIÃO da/com POPULAÇÃO

(aberta à participação de todos os interessados)


AS POPULAÇÕES MERECEM VIVER EM AMBIENTES SAUDÁVEIS

sem unidades de produção de biometano!


Divulgado por:

As Comissões de Utentes do Médio Tejo e a Greve Geral de 3 junho

 

As Comissões de Utentes nunca regatearam o seu apoio a melhores condições de trabalho e valorização profissional dos trabalhadores portugueses, em especial os que desempenham as suas funções na prestação de serviços públicos.

As Comissões de Utentes nunca regatearam o seu apoio a melhores condições de trabalho e valorização profissional dos trabalhadores portugueses, tanto nas empresas privadas, como nos serviços públicos.

O Governo, sem que isso constasse nos seus programas dos dois últimos atos eleitorais, resolveu apresentar na Assembleia da República um PACOTE LABORAL que é uma afronta aos direitos laborais dos trabalhadores, que entre outras retiradas de direitos: promove a precariedade; facilita despedimentos sem justa causa; desregula e aumenta horários sem aumento de salários; dificulta a contratação coletiva; facilita despedimentos de trabalhadores sem necessidade e a contratação de outros, a ganhar menos, o que em tudo provocaria a redução em vez do aumento de salários. 

Os trabalhadores de empresas privadas e de entidades que prestam serviços públicos têm razões de sobra para exigir mais salários e mais condições de trabalho e recusar as propostas governamentais.

Apesar das variadas iniciativas de contestação dos trabalhadores, seus sindicatos e outras organizações sociais e políticas, o governo teima em fazer aprovar a legislação gravosa para os trabalhadores, suas famílias e outros estratos populacionais como os pensionistas e reformados.

Se o governo conseguir vencer no pacote laboral, ganhará força política, e será claro que avançará para outras áreas na prestação de serviços públicos retirando mais direitos. 

Justifica-se, assim, a adesão dos trabalhadores à GREVE GERAL de 3 de junho e a compreensão dos utentes para eventuais constrangimentos em alguns serviços agendados.

Apela-se a todos para aderirem a esta forma de luta, não trabalhando e evitando, ao máximo, a utilização de serviços que eventualmente funcionem nesse dia.



sexta-feira, 29 de maio de 2026

30 maio - Dia Mundial da ESCLEROSE MÚLTIPLA

 


Dia Mundial da ENERGIA - está tão cara!!!

 


Preparar a GREVE GERAL na empresa privada SOHI MEAT, em Santarém

 


Plenário bem participado, hoje, na Sohi Meat, em Santarém, com os trabalhadores a rejeitarem inequivocamente o pacote laboral. Os Trabalhadores aproveitaram ainda para eleger uma nova Delegada sindical.