terça-feira, 4 de agosto de 2026

TOMAR: no hospital, autocarro despista-se!!!

 Autocarro desgovernado embateu contra carrinha e bateu no hospital de Tomar, na entrada principal

Acidente no parque de estacionamento do hospital.. Um dos autocarros da cidade teve um problema e acabou por cair. Passageiros lá dentro e os bombeiros estiveram a desencarcerá-los



segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Cuidados de saúde e operadores privados (testemunho)

 



Hoje fui às urgências e saí com uma aula gratuita de economia criativa. A consulta é que custou 125 euros...
Desloquei-me às urgências do hospital privado em Alfena. Fui atendido, a minha filhota foi observada e o médico concluiu que não precisava de exames.
Até aqui, tudo normal, e ainda bem.... No final, a minha esposa foi pagar...
- “São 125 euros, por favor.”
Ela, admirada perguntou: “Mas foi só consulta. Não foram feitos exames. Não eram cerca de 60 euros?”
E recebeu esta pérola:
-“Agora é assim. Paga 125 euros. Se fizer exames, já estão incluídos no preço. Fica prejudicado quem não os faz.”
Maravilhoso.
Portanto, a filhota estava suficientemente saudável para não precisar de exames e, como castigo por essa falta de colaboração com a faturação, paguei por eles na mesma.
Devia ter aproveitado.
Uma radiografia ao joelho, uma TAC à paciência, análises ao saldo bancário e talvez uma ressonância magnética à lógica daquele tarifário. Afinal já estava incluído no pacote...
A saúde privada acaba assim de resolver um problema histórico... o incómodo de só poder cobrar aquilo que presta. Agora cobra-se por antecipação, por hipótese, por possibilidade e talvez, no futuro, também por intenção. Entramos com uma dor de cabeça e saímos a pagar o catálogo inteiro, mesmo que ninguém tenha aberto a caixa.
E as seguradoras?
Gostava mesmo de perceber o papel delas nesta peça. Negociaram estes pacotes? Aceitam pagar atos que não foram realizados? Sabem que o cliente paga o mesmo use ou não use? Ou limitam-se a assistir da bancada enquanto hospital e utente jogam uma partida em que só um sabe as regras?
Compreendo que uma urgência privada tenha custos. Ninguém espera pagar o preço de um café e receber um médico, instalações e atendimento imediato. O que exige explicação é esta nova filosofia comercial onde quem consome menos paga o mesmo e ainda é informado de que ficou prejudicado.
Na restauração, se eu pedir apenas sopa, não me cobram o bife porque poderia tê-lo comido. No hospital, aparentemente, cobram o bife, a sobremesa e o digestivo, depois explicam que a culpa foi minha por não ter fome.
Alguém entendido em saúde, seguros ou defesa do consumidor consegue explicar se isto é permitido e onde esta condição está escrita de forma clara antes do atendimento?
Porque 125 euros por uma urgência pode ser caro. 125 euros por uma urgência com exames imaginários já é ficção científica.

domingo, 2 de agosto de 2026

A N118 (Alcochete/Alvega (Abrantes), uma "verdadeira mina" de SINISTRALIDADE RODOVIÁRIA

  Pela sua saúde, conduza com precaução!


Sábado, 1 ago, no Porto Alto

sábado, 1 de agosto de 2026

SEGURANÇA RODOVIÁRIA: Faça pausas na viagem e chegue ao destino em segurança.

 


Faça pausas na viagem e chegue ao destino em segurança.
Quando o cansaço aparece, insistir em continuar não o faz chegar mais depressa. Aumenta o risco para quem viaja consigo e para todos os que partilham a estrada.
Antes de partir, descanse. Durante o percurso, faça pausas regulares e, ao primeiro sinal de sono ou falta de concentração, pare num local seguro.
Nestas férias, o cansaço ao volante pode custar vidas.

Integrada na estratégia de prevenção rodoviária da ANSR, a campanha pretende sensibilizar os cidadãos para a importância da adoção de comportamentos responsáveis ao volante, recordando que decisões como conduzir sob o efeito do álcool, exceder os limites de velocidade, utilizar o telemóvel durante a condução ou viajar com fadiga podem ter consequências irreversíveis. 

Sob o conceito criativo "Não há desculpas que cheguem", a campanha convida os condutores a refletirem sobre o impacto das suas escolhas e reforça a mensagem de que o verdadeiro destino de qualquer viagem é chegar em segurança.

As principais mensagens da campanha apelam à realização de pausas regulares durante viagens longas, ao respeito pelos limites de velocidade, à não condução após o consumo de bebidas alcoólicas e à não utilização do telemóvel durante a condução.

MÉDIO TEJO: 5 agosto / Reunião Comissão Utentes


 

TOMAR: um destes dias um carro FOI A BANHOS na albufeira Castelo Bode

 


PELA SUA SAÚDE, faça EXERCÍCIO FÍSICO