quinta-feira, 16 de julho de 2026

Por este andar, o governo ainda repõe as PORTAGENS nas A23 e A13...

 


MÉDIO TEJO: reunião Comissão Utentes, 22 julho

 


“Transição energética, sim. Mas assim, não”: autarcas do Médio Tejo contra mapa do governo para “acelerar” renováveis

 https://mediotejo.net/transicao-energetica-sim-mas-assim-nao-autarcas-do-medio-tejo-contra-mapa-do-governo-para-acelerar-renovaveis/?fbclid=IwY2xjawTFX5FleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeJlF_pX1WiHGRrrT20jXue9QyDbCCZ_fryIKmtrMsC6pr-YdT28Qo7OTgDG4_aem_NWce-LRFpKoE4BsnBZoDpQ

“Transição energética, sim. Mas assim, não”: autarcas do Médio Tejo contra mapa do governo para “acelerar” renováveis

Terminou esta quarta-feira, 15 de julho, a consulta pública do Programa Setorial das Zonas de Aceleração para a Implantação de Energias Renováveis (PSZAER). No Médio Tejo, uma das zonas com maior potencial solar e eólico do país, a contestação ao plano do governo ganha contornos particulares: Abrantes é o concelho que mais contribui para a quota solar nacional, com uma área superior a 20.000 hectares “pronta” a ser ocupada por painéis, e Vila Nova da Barquinha vê 25% do seu território ser destinado a estes projetos “verdes”. .... (mediotejo.net)

11 municípios da CIMT entregam posição conjunta

Fonte da Comunidade Intermunicipal confirmou ao mediotejo.net que não foi concedido acesso a mapas detalhados do PSZAER, que a informação fornecida foi “escassa” e que o tempo para as autarquias se pronunciarem foi muito curto. Apesar de reconhecerem a importância estratégica deste setor e o tipo de investimentos que pode atrair, os autarcas da região ouvidos pelo nosso jornal estão muito preocupados e, independentemente das suas cores políticas, a reação perante o mapa apresentado foi praticamente unânime: “Assim não.”

O desenvolvimento na área das energias renováveis tem de fazer-se “em articulação com a coesão territorial e com a qualidade de vida das nossas populações”, pode ler-se numa posição conjunta dos 11 municípios que integram a CIMT, a que o mediotejo.net teve acesso, considerando que a versão em consulta pública do PSZAER suscita “preocupações relevantes”, dada a “forte incidência territorial das áreas propostas” para os concelhos da região. ...

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quarta-feira, 15 de julho de 2026

EXAMES: mais um dia ... a incompetência de quem tudo prometeu

 


PONTE da CHAMUSCA - noite de sexta/sábado CORTE TOTAL TRÂNSITO

NOTA: Já referido muitas vezes neste blog, é verdade que o piso da N243 e da ponte precisam de ser pavimentadas (esperemos, também, que resolvam o problema do talude!), mas não seria possível, a exemplo de outras intervenções, escolher um horário que prejudicasse menos a mobilidade (já difícil, todos os dias em certos períodos) e/ou manter a circulação em faixas alternadas??


𝗔𝘃𝗶𝘀𝗼 𝗮̀ 𝗽𝗼𝗽𝘂𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 | 𝗖𝗼𝗿𝘁𝗲 𝘁𝗼𝘁𝗮𝗹 𝗮̀ 𝗰𝗶𝗿𝗰𝘂𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗿𝗼𝗱𝗼𝘃𝗶𝗮́𝗿𝗶𝗮
Informa-se que, no âmbito de uma intervenção de pavimentação promovida pela Infraestruturas de Portugal na EN243, haverá corte total à circulação rodoviária na Ponte Dr. Isidro dos Reis.
𝗣𝗲𝗿𝗶́𝗼𝗱𝗼 𝗱𝗼 𝗰𝗼𝗿𝘁𝗲:
Das 19h00 do dia 17 de julho às 4h00 do dia 18 de julho de 2026.
O corte abrange o troço da EN243 entre o km 45+300 (Rotunda - Praça da Água) e o km 47+900 (entroncamento com a EN118).
Solicita-se a todos os condutores que planeiem atempadamente as suas deslocações e utilizem percursos alternativos durante o período da intervenção.

terça-feira, 14 de julho de 2026

14 julho - Dia Mundial da LIBERDADE DE PENSAMENTO

 Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU: 

“Todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.


Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”.

O Ministério da Educação/Governo literalmente a "andar aos papéis"