segunda-feira, 1 de junho de 2026

MUSP nacional e a Greve Geral

 

Lutar pelos Serviços Públicos é Defender o Futuro de Todos!

A política de desvalorização do trabalho, agravada com o Pacote Laboral, asfixia os nossos serviços públicos. O MUSP apela a todos os utentes que adiram à Greve Geral de 3 de Junho e que engrossem o protesto nas ruas contra o Pacote Laboral.

Apesar dos trabalhadores, já terem rejeitado largamente o chamado “Pacote Laboral”, o governo continua a governar para os 10% que detêm 60% da riqueza nacional, isolando Portugal no topo dos países da Europa com maior desequilíbrio social, onde 8% de pessoas que trabalham, vivem em situação de pobreza, engrossando a já enorme percentagem de pobres em Portugal, 42,6%. Ao insistir na implementação das medidas que irão agravar enormemente as condições de trabalho e de vida dos trabalhadores, num ataque frontal aos direitos de quem trabalha, ao desequilibrar as relações laborais, ao forçar a redução dos salários e prolongar os horários de trabalho, o executivo está, na verdade, a entregar todo o poder e o controlo às entidades patronais.

Esta política de desvalorização está a asfixiar os nossos Serviços Públicos: a falta crónica de recursos humanos e o desrespeito pelas carreiras estão a empurrar os nossos profissionais mais qualificados para fora do Estado e, em muitos casos, para fora do próprio país.

 Como utentes, sabemos que a qualidade dos serviços que utilizamos depende diretamente da dignidade de quem os assegura. Por isso, as lutas dos trabalhadores são também as nossas lutas:

 Na Saúde: Quando médicos, enfermeiros e técnicos exigem carreiras atrativas e salários justos, estão a travar a debandada de profissionais e a garantir a sobrevivência e a qualidade do nosso Serviço Nacional de Saúde (SNS).

  • Na Educação: Quando professores e funcionários escolares lutam por condições dignas, estão a defender o futuro dos nossos filhos. Uma Escola Pública forte precisa de turmas mais pequenas, mas também de docentes e não-docentes valorizados, motivados e com tempo para ensinar e apoiar.
  • Nos Transportes: As exigências de novas contratações e o fim dos turnos extenuantes e perigosos são fundamentais. Menos cansaço nos motoristas e maquinistas significa mais segurança, mais horários e um serviço público de transporte muito mais fiável para quem dele depende diariamente.
  • Na Justiça, Segurança Social e Autarquias: A exigência de carreiras dignas para todos os funcionários públicos traduz-se, diretamente, num Estado mais célere, mais justo e capaz de responder com eficácia às necessidades reais da população.

A solidariedade entre quem usa e quem constrói os serviços públicos é total. O Movimento dos Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) junta a sua voz à GREVE GERAL dia 03 de JUNHO! Este protesto não é apenas laboral — é uma ação cívica urgente em defesa do bem comum e de um país que respeite os seus cidadãos.

Pela sua saúde, CONDUZA COM PRECAUÇÃO! Na N119 esta tarde...

 


Pela sua saúde, CONDUZA COM PRECAUÇÃO! Na N119 esta tarde... camião a arder (e também no mato ao lado) em Foros de Almada/Benavente

ÁRGEA, Torres Novas - 8 junho - Reunião da população sobre unidade de BIOMETANO

 


domingo, 31 de maio de 2026

E no Dia Mundial da CRIANÇA...

 


E no Dia Mundial da Criança...
Que escolas, cuidados de saúde 
e espaços públicos
em todo o distrito, e em todo o mundo, tenham qualidade e proximidade!

TN / ÁRGEA: Quanta água precisa uma fábrica de biometano? Façamos as contas!

 Quanta água precisa uma fábrica de biometano? Façamos as contas!

Quanta água precisa uma fábrica de biometano? Façamos as contas!
Anda a circular uma pergunta: "Porque é que assumem que vão ficar sem água"?
Pergunta justa. Então não assumamos nada, calculemos, com os números do próprio Estudo de Impacte Ambiental.
Consumo previsto de 16.425 toneladas de água por ano para o processo.
Um poço selado na área do projeto (SNIRH n⁰ 320/45), em avaliação para fornecer essa água.
Captação de drenos com origem no lençol freático.
A massa de água local chama-se, precisamente, Ribeira de Árgea.
O exercício: 16.425 toneladas=16.4 milhões de litros por ano. Agora juntem a isto a água que os poços e furos da zona já retiram para a agricultura, e a profundidade do lençol freático na nossa região.
Sobra água para todos nos meses mais secos?
Isto é o que cada um pode verificar no estudo e perguntar na consulta pública.
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ASSINAR A PETIÇÃO PÚBLICA em


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ÁRGEA: debater a UNIDADE BIOMETANO

8 junho, segunda, 21 hs - Soc Filarmónica

REUNIÃO da/com POPULAÇÃO

(aberta à participação de todos os interessados)


AS POPULAÇÕES MERECEM VIVER EM AMBIENTES SAUDÁVEIS

sem unidades de produção de biometano!


Divulgado por:

As Comissões de Utentes do Médio Tejo e a Greve Geral de 3 junho

 

As Comissões de Utentes nunca regatearam o seu apoio a melhores condições de trabalho e valorização profissional dos trabalhadores portugueses, em especial os que desempenham as suas funções na prestação de serviços públicos.

As Comissões de Utentes nunca regatearam o seu apoio a melhores condições de trabalho e valorização profissional dos trabalhadores portugueses, tanto nas empresas privadas, como nos serviços públicos.

O Governo, sem que isso constasse nos seus programas dos dois últimos atos eleitorais, resolveu apresentar na Assembleia da República um PACOTE LABORAL que é uma afronta aos direitos laborais dos trabalhadores, que entre outras retiradas de direitos: promove a precariedade; facilita despedimentos sem justa causa; desregula e aumenta horários sem aumento de salários; dificulta a contratação coletiva; facilita despedimentos de trabalhadores sem necessidade e a contratação de outros, a ganhar menos, o que em tudo provocaria a redução em vez do aumento de salários. 

Os trabalhadores de empresas privadas e de entidades que prestam serviços públicos têm razões de sobra para exigir mais salários e mais condições de trabalho e recusar as propostas governamentais.

Apesar das variadas iniciativas de contestação dos trabalhadores, seus sindicatos e outras organizações sociais e políticas, o governo teima em fazer aprovar a legislação gravosa para os trabalhadores, suas famílias e outros estratos populacionais como os pensionistas e reformados.

Se o governo conseguir vencer no pacote laboral, ganhará força política, e será claro que avançará para outras áreas na prestação de serviços públicos retirando mais direitos. 

Justifica-se, assim, a adesão dos trabalhadores à GREVE GERAL de 3 de junho e a compreensão dos utentes para eventuais constrangimentos em alguns serviços agendados.

Apela-se a todos para aderirem a esta forma de luta, não trabalhando e evitando, ao máximo, a utilização de serviços que eventualmente funcionem nesse dia.