sexta-feira, 25 de setembro de 2026
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
terça-feira, 22 de setembro de 2026
Em TORRES NOVAS, na SEXTA, dia 25 setembro, DEBATE sobre AMBIENTE
Aberto à participação de todos os cidadãos, organizações formais e informais, a todas as instituições, ...
21 setembro - Dia Mundial da DOENÇA de ALZHEIMER
Dia Mundial do DADOR MEDULA ÓSSEA, 22 setembro
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
sábado, 19 de setembro de 2026
TRAGÉDIA A CAMINHO DE FÁTIMA: TRÊS MOTARDES LUTAM PELA VIDA APÓS GRAVE ACIDENTE
TRAGÉDIA A CAMINHO DE FÁTIMA: TRÊS MOTARDES LUTAM PELA VIDA APÓS GRAVE ACIDENTE
Alcanede: o DRAMA HUMANO da sinistralidade rodoviária - morre um jovem de 19 anos...
Sobre o "VOLTA"
"O que somos capazes de fazer pelo ambiente é notável... Fui lá para depositar 6 ou 7 garrafas, 60 ou 70 cêntimos que não tiveram volta, porque terei gasto em combustível e na obrigação de voltar ao supermercado para fazer compras, já que o dinheiro ficou carregado na aplicação, realmente estes cêntimos não terão VOLTA."
LINHA BEIRA BAIXA: "Intervenção profunda" de 30 metros de terras caídas: + de 7 meses
No DOMINGO - volta a funcionar
OPINIÃO: DATA CENTERS NA NOSSA REGIÃO: UMA AMEAÇA QUE VAI MUITO ALÉM DE ABRANTES!
DATA CENTERS NA NOSSA REGIÃO: UMA AMEAÇA QUE VAI MUITO ALÉM DE ABRANTES!
Em 2021, o Médio Tejo assistiu ao fim de uma era com o encerramento da Central Termoelétrica do Pego. Prometeu-se uma "Transição Justa" e novas alternativas sustentáveis para a região. No entanto, o futuro que está a desenhar-se deixa sérias dúvidas e ameaça não apenas Abrantes, mas todos os concelhos vizinhos!
Estão projetados dois megaprojetos de Centros de Dados (Data Centers): o EDC One (no Pego) e o complexo da Hyperion (em Alvega). Os investimentos anunciados são de milhares de milhões de euros, mas os perigos e impactos ecológicos vão passar a fronteira do concelho e afetar populações de Constância, Sardoal, Mação, Gavião e Chamusca.
A associação ambientalista Quercus e vários especialistas já acenderam o sinal de alerta devido aos graves riscos regionais cumulativos:
Eletricidade: Uma pressão cega sobre a rede regional: É uma ironia preocupante. A energia que a região deixou de produzir no Pego vai ser consumida de forma avassaladora por milhares de servidores digitais. Estima-se que o consumo combinado destes dois centros seja equivalente a quase 19 vezes mais eletricidade do que o consumo anual de TODO o concelho de Abrantes! A pressão sobre as linhas de alta tensão é tão extrema que os promotores já vieram pedir formalmente ao Governo um reforço urgente da capacidade de ligação à rede elétrica nacional — o que pode condicionar o fornecimento e a instalação de outras indústrias nos concelhos vizinhos.
Água: O colapso do Rio Tejo afeta todos por igual: Estes complexos exigem sistemas de refrigeração colossais que consomem milhões de litros de água. Numa altura em que os dados oficiais já alertam para um cenário severo de escassez hídrica na bacia do Tejo para os próximos anos, bombear água para "arrefecer computadores" coloca em risco o caudal do rio. Se o Tejo secar ou for sobreexplorado no Pego e em Alvega, o impacto na agricultura, no ecossistema e no abastecimento público será sentido de igual forma a jusante e a montante — afetando diretamente terras e populações vizinhas desde Mação e Gavião até Constância e Chamusca.
Impacto territorial e ruído sem fronteiras: Falamos de uma escala industrial gigante. Só o projeto de Alvega prevê cerca de 287.000 m² de área de construção. A destruição de solo rural, a impermeabilização do terreno e o ruído contínuo de baixa frequência gerado pelos potentes extratores de ventilação não escolhem limites administrativos. O impacto visual e a poluição sonora vão afetar o bem-estar e o descanso das comunidades rurais de toda esta zona ribeirinha.
Isenções milionárias vs. Pouco emprego local: A Câmara de Abrantes aprovou isenções fiscais de 16,2 milhões de euros para atrair estas empresas. O problema é regional: embora a fase de obras empregue trabalhadores, depois de abertos, os data centers funcionam de forma quase 100% automatizada. Criam pouquíssimos postos de trabalho permanentes para fixar jovens no Médio Tejo.
Substituir uma central a carvão por um poço sem fundo de consumo de recursos não é a transição verde que prometeram à nossa região. O Médio Tejo tem o direito de exigir total transparência! Exige-se uma avaliação de impacto cumulativa e a realização obrigatória de Estudos de Impacte Ambiental (EIA) rigorosos e independentes antes de avançar.
Qual é a vossa opinião? Um progresso real para a região ou um erro ambiental insustentável que vai prejudicar os nossos concelhos?
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
No Dia Mundial da SEGURANÇA do DOENTE: Quedas e escaras: médicos e cidadãos reportam 3658 incidentes de segurança do doente em 2025
Quedas e escaras: médicos e cidadãos reportam 3658 incidentes de segurança do doente em 2025
Os acidentes do doente, incluindo quedas e úlceras por pressão (escaras), foram a categoria mais notificada tanto pelos profissionais de saúde como pelos cidadãos.