domingo, 30 de agosto de 2026

Problemas a corrigir na Linha Saúde 24

 https://www.ers.pt/pt/atividade/regulacao-economica/selecionar/estudos/lista-de-estudos/estudo-sobre-o-impacto-do-projeto-ligue-antes-salve-vidas-no-acesso-a-cuidados-de-saude/


"O estudo identifica, contudo, desafios que importa considerar. O aumento da procura da Linha SNS 24 foi acompanhado por um agravamento dos tempos de atendimento telefónico, incluindo um crescimento expressivo das chamadas com tempos de espera superiores a 30 minutos. Foram também identificados constrangimentos técnicos no agendamento, maior recurso à teleconsulta e situações em que utentes inicialmente encaminhados para os Serviços de Urgência foram posteriormente reencaminhados, após triagem hospitalar, para os Cuidados de Saúde Primários."

OPINIÃO: "O charlatão digital", por Carlos Cortes

 


sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Torres Novas: DEBATE sobre AMBIENTE no concelho, 25 setembro

 

TORRES NOVAS

25 setembro,sexta, às 20,30 horas,

no CBESZA*

D E B A T E

(aberto a todos os cidadãos e organizações)

AMBIENTE

no concelho de T Novas

(ÁRGEA, COMPONATURA, FABRIÓLEO, ÁGUA/SANEAMENTO/LIMPEZA, ALMONDA,.. 


*Centro Bem Estar Social Zona Alta

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Iniciativa da

COMBUSTÍVEIS... e estamos nisto, a ENGORDAR LUCROS DAS PETROLÍFERAS!!

 

O Brent baixou quase 5% nesta semana, o gasóleo vai baixar 6 cêntimos (apenas 3% num preço de 2€/litro), a gasolina vai subir 1 cêntimo (???).

Estamos entregues aos vampiros!

Linha Beira Baixa 27agosto2026 está assim... é para estar pronta fins setembro/princípios outubro*

 



* Promessa da IP

MÉDIO TEJO: 2setembro, reunião da Comissão Utentes

 


quinta-feira, 27 de agosto de 2026

ARRUADA no ENTRONCAMENTO, 18 set - ÁRGEA NÃO É LOCAL PARA UNIDADE DE BIOMETANO!

 18 de setembro, sexta, das 18 às 19,30 hs 

a começar e terminar no Largo da Câmara

ENTRONCAMENTO



Á R G E A

e próximo a zonas habitacionais

NÃO É LOCAL PARA UNIDADE DE BIOMETANO!

AS POPULAÇÕES TÊM DIREITO A VIVER EM AMBIENTES SAUDÁVEIS

Iniciativa das:

Sinistralidade rodoviária: UM VERDADEIRO DRAMA HUMANO

 



O futuro de ABRANTES ( e da região) poderá ser este!!??

 O Tejo seco...


... milhares de hectares de painéis fotovoltaicos...


... para pôr em funcionamento os centros de dados



FOTOS ILUSTRATIVAS

Divulgado por:

Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral da Direção-Geral da Saúde

 


No ano letivo 2025/2026, no âmbito do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral da Direção-Geral da Saúde, as crianças e jovens nascidos em 2012, 2015 e 2018 têm acesso a uma consulta gratuita com um profissional de saúde oral — estomatologista, médico dentista ou higienista oral — para tratamento de cáries dentárias ou aplicação de selantes de fissura em dentes permanentes.
📄
O documento de referenciação foi emitido pelo Centro de Saúde do respetivo concelho e entregue através dos Agrupamentos de Escolas. Nos Centros de Saúde com Higienista Oral, foi realizada uma triagem dentária aos alunos para determinar o documento a atribuir. Caso seja necessária uma segunda via, esta pode ser solicitada através do endereço saudeoral@ulsmt.min-saude.pt.
💳
Os jovens nascidos em 2010 e 2008 que tenham utilizado o programa de saúde oral anterior também podem beneficiar do cheque-dentista. O documento pode ser solicitado diretamente no Centro de Saúde ou através do endereço saudeoral@ulsmt.min-saude.pt, até 31 de agosto de 2026.
🗓️
Os tratamentos podem ser efetuados até 31 de outubro de 2026. Consulte a lista de médicos dentistas aderentes em www.saudeoral.min-saude.pt.
✉️
Para dúvidas ou esclarecimentos adicionais, contacte a Equipa de Coordenação do Programa de Saúde Oral da Unidade Local de Saúde do Médio Tejo através do endereço saudeoral@ulsmt.min-saude.pt.


quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Constância / Freg S. MARGARIDA: 3 exemplos de que há serviços públicos a melhorar

 Numa curta visita e conversas da CMT na freguesia de S. Margarida da Coutada:

"As falhas da energia eléctrica sucedem habitualmente depois dos primeiros trovões."


"Há famílias sem telecomunicações, sendo quase todas as situações derivadas das tempestades do princípio do ano. Mas as facturas chegam com regularidade."



"As estradas cada vez estão mais estragadas." 

Na foto: cruzamento na 118 para Malpique e o Campo Militar

CARTAXO: sobre as dificuldades na mobilidade rodoviária...

 


N118 - Um ponto negro na sinistralidade rodoviária

  TERÇA, à tarde...


Para quando a REQUALIFICAÇÃO da EN 118?

A Estrada Nacional 118, é uma via estruturante do Distrito de Santarém (passa pelos concelhos de Benavente, Salvaterra, Almeirim, Alpiarça, Chamusca, Constância e Abrantes). Acompanha toda a margem esquerda do Tejo. É utilizada por milhares de carros, camiões (alguns carregados de matérias perigosas) e alfaias agrícolas… Passa pelo meio dos aglomerados urbanos de Samora, Benavente, Salvaterra, Almeirim, Alpiarça, Chamusca prejudicando a mobilidade da população local, sendo também causa de poluição e insegurança, para além da morosidade de quem circula.
Exige-se a construção de alternativas aos percursos urbanos, da construção do IC3, da repavimentação, da criação de faixas para transportes lentos…

terça-feira, 25 de agosto de 2026

SECTOR dos SEGUROS: tantos lucros que não ajudam o país... mas engrossam os dividendos para o estrangeiro

Sector dos seguros em Portugal cresce com lucros a atingir 461 milhões no 2.º trimestre



OPINIÃO: ## 5 RAZÕES +1 PELAS QUAIS O RECENTE RELATÓRIO SOBRE AS PENSÕES MERECE SER CRITICADO:

 


RICARDO PAES MAMEDE

1. Tratamento enviesado da relação entre as contas da SS e a CGA.

O relatório assinala, e bem, que uma parte importante dos actuais excedentes da Segurança Social (SS) resulta das contribuições dos funcionários públicos admitidos depois de 2005, que passaram a descontar para o regime geral, enquanto as pensões dos funcionários mais antigos continuam a ser pagas pela Caixa Geral de Aposentações (CGA).
Ou seja, há hoje receitas num lado (SS) e despesas históricas no outro (CGA). Essa observação é válida e ajuda a perceber porque é que olhar apenas para o saldo corrente da Segurança Social pode dar uma imagem distorcida da realidade.
No entanto, o relatório falha ao não assumir de forma clara a natureza distinta dos dois sistemas, nem as origens do défice da CGA.
A Segurança Social tem uma lógica clara. As contribuições dos trabalhadores e das empresas estão destinadas a financiar as pensões e prestações desse sistema. Se houver excedente (como tem sido o caso), ele alimenta um fundo de estabilização financeira, que serve para compensar os anos em que houver défice.
Isto não acontece na CGA. Durante décadas o Estado não transferiu para a CGA as verbas que teriam permitido ter constituído um fundo de estabilização financeira próprio e robusto. Durante décadas, uma parte importante das pensões da CGA era paga directamente pelo Orçamento do Estado. Se as contribuições não chegavam, o Estado cobria a diferença através dos impostos. Se o saldo era positivo, o Estado usava esses recursos para outros fins.
Além disso, por decisões de vários governos, a CGA assumiu a responsabilidade das pensões de várias empresas públicas (CGD, CTT, ANA, PT e várias outras) sem que fossem transferidos os respectivos recursos e/ou usando os fundos que foram transferidos para financiar as suas despesas correntes.
Se isto não tivesse acontecido, hoje a CGA teria um fundo que provavelmente seria suficiente para pagar todas as pensões a seu cargo até ao fim.
Isto não tem nada a ver com a sustentabilidade do actual sistema de segurança social. Quando muito, tem a ver com a sustentabilidade das opções financeiras dos governos. Isso é outra história, mas o relatório mistura tudo.
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2. Transformação do FEFSS num fundo conjunto.
O relatório propõe colocar os 42 mil M€ acumulados no Fundo de Estabilização da Segurança Social (FEFSS) no balanço de um novo regime contributivo unificado que incorpora também as responsabilidades da CGA.
Embora afirme que o défice histórico da CGA deve ser financiado separadamente e que o FEFSS não deve cobrir défices estruturais, esta integração significa que os activos do FEFSS deixam de estar associados exclusivamente ao perímetro que os gerou e passam a reforçar a solvência financeira do conjunto RGSS+CGA.
O próprio relatório diz que os 41.947 M€ de euros correspondiam, em 2025, a cerca de 16 meses das pensões do conjunto RGSS+RPSC. Na prática, está a sugerir que a Segurança Social assuma uma responsabilidade que é do Orçamento do Estado.
Mas não cabe às empresas e trabalhadores que contribuíram para a Segurança Social ao longo de décadas cobrir os défices que decorrem da canalização pelo Estado para outros fins dos recursos que deveria ser da CGA. Esses défices têm de ser pagos pelo Orçamento do Estado (reduzindo outras despesas, aumentando as receitas, emitindo dívida ou uma combinação destas)
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3. Adoptar um regime de contas individuais virtuais.
Esta é a principal medida proposta no relatório, da qual decorrem muitas outras. Cada trabalhador passaria a ter uma conta virtual onde são registados os descontos ao longo da carreira e, no momento da reforma, o saldo acumulado seria convertido numa pensão, tendo em conta vários factores.
A proposta não cria nenhuma nova fonte de receita, nem por si só reduz a despesa; nesse sentido, tem pouco a ver com a sustentabilidade do sistema de Segurança Social. O que faz é automatizar a forma como o sistema se ajusta, alterando também a sua lógica, encaminhando-a num sentido menos redistributivo e mais individualista.
A principal implicação prática, na óptica de quem trabalha, é a seguinte. Hoje o trabalhador conhece a fórmula de cálculo dos benefícios e consegue projectar a sua pensão, mesmo que de forma aproximada, com base nas regras em vigor. No sistema de contas virtuais, proposto no estudo, o trabalhador sabe quanto está a acumular em cada ano, mas o valor final da pensão dependerá também de factores que só podem ser conhecidos no momento da reforma — nomeadamente a valorização da conta, a esperança de vida da sua geração, o chamado divisor actuarial (coeficiente que transforma o saldo acumulado na conta virtual numa pensão anual, tendo em conta sobretudo a idade da reforma e a esperança de vida da respectiva geração).
Supostamente, esta alteração é feita para tornar mais automáticos os ajustamentos necessários à sustentabilidade do sistema, ficando menos dependentes do poder político. No entanto, o risco político continua a existir porque as regras, os indicadores, os parâmetros e os limiares são definidos pela lei e podem ser alterados.
A grande diferença, de facto, é que grande parte do risco é transferido para os pensionistas. O sistema pode ser actuarialmente mais transparente, mas não torna a pensão futura mais previsível para o trabalhador. Esta incerteza não traz mais confiança ao sistema – pelo contrário, retira confiança.
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4. Não é apresentada qualquer estimativa do impacto consolidado das medidas propostas.
A proposta mais estruturante do relatório é a transição para o sistema de contas individuais virtuais. Mas falta aquilo que seria fundamental numa reforma desta dimensão: uma conta consolidada que mostre, ano a ano, quanto custa aquela transição, qual é o impacto no Orçamento do Estado e qual é o efeito sobre a dívida pública. Sem essa informação, é difícil avaliar se a arquitectura proposta resolve efectivamente os problemas financeiros que diz existirem.
O próprio relatório reconhece limitações de âmbito e recursos e admite que várias áreas ficaram por desenvolver.
Há aqui um paradoxo: um relatório que logo no início faz questão de sublinhar que as contas sobre a sustentabilidade da Segurança Social não têm sido bem feitas, termina sem apresentar os impactos financeiros da principal medida proposta.
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5. Várias propostas deslocam risco do sistema colectivo para o indivíduo, com implicações redistributivas.
Na essência, o problema é este: quem tem salários baixos e carreiras precárias tende a ter menos capacidade de poupar.
Este é um problema transversal às várias medidas propostas de estímulo à poupança (contribuição complementar para fundos de capitalização, conta poupança-reforma jovem, sistema de poupança-consumo, obrigações do tesouro-Reforma, certificados de aforro-reforma). Em teoria, estas medidas serviriam para reduzir a incidência da pobreza na velhice. No entanto, essas situações estão tipicamente associadas a pessoas que receberam salários reduzidos e/ou empregos precários, que tendem a ser aquelas que têm mais dificuldade em poupar ao longo da vida.
Se existirem benefícios fiscais para essa medida (como é sugerido em várias passagens do relatório), isso significa que estaríamos a transferir dinheiro do conjunto de contribuintes para as pessoas com maiores posses. Seriam medidas fiscais socialmente regressivas.
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Há uma lógica transversal às recomendações que constam do relatório (complementar a pensão pública com um fundo profissional, poupança individual, títulos de dívida pública, poupança através do consumo e utilização da casa para obter rendimentos na velhice) que não deve ser ignorada: quanto mais os elementos complementares se desenvolvem, menos apoio tem o sistema público de pensões entre quem tem mais recursos - que são aqueles que mais influenciam as decisões políticas na maior parte dos casos. Isto fragiliza a prazo, ainda mais, a segurança social pública.

ABRANTES: os "novos comboios" para a Beira Baixa...

 As coisas pioram um pouco quando há todos os dias a "passagem alternada no Espinhaço de Cão" e COMO PASSADA SEGUNDA-FEIRA, não se podia passar de Abrantes para/da A23 no Olho de Boi...



V N BARQUINHA: o "bom estado" das infraestruturas das telecomunicações

  (apenas 3 exemplos)



As reservas de sangue estão abaixo do desejável (sobretudos os grupos sanguíneos A e 0 positivo e negativo)

  Instituto Português do Sangue e da Transplantação, IP



Precisamos que Dê Sangue!
O sangue não se fabrica artificialmente, só o ser humano o pode doar. Os doentes nos hospitais dependem deste gesto solidário para receberem os componentes sanguíneos que precisam para viver.
As reservas de sangue estão abaixo do desejável (sobretudos os grupos sanguíneos A e 0 positivo e negativo), pelo que pedimos a todos que o possam fazer, façam uma dádiva de sangue. Dar sangue é fazer verdadeiramente a diferença na vida de alguém.
Se tem mais de 18 anos, pesa mais de 50 kg e se sente bem de saúde, faça uma dádiva de sangue. Muito obrigado.

Sobre algumas das propostas apresentadas para a reorganização do INEM

 


Sobre os fundos privados de pensões (uma opinião)

 


segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Governo aprova "mapa CINZA"...

 ... porquê tanta pressa e não respeitando a maioria dos pareceres emitidos??!!



GRANDES NEGÓCIOS à custa do território e das suas populações

in IA: "Os grandes parques solares em Portugal competem em leilões promovidos pelo Governo. Nesses leilões, os promotores podem licitar e garantir contratos por diferenças (CfD) com preços fixos garantidos por 15 anos, protegendo-os das variações diárias do mercado grossista." 

domingo, 23 de agosto de 2026

Dia em Memória do Tráfico de Escravos e a sua Abolição

 


Preço dos combustíveis sobe na próxima semana (24 a 30 de agosto)

GASÓLEO   + 0,034 €

GASOLINA  + 0,02

Pela PAZ!

 


Torres Novas / ÁRGEA: e se houver um acidente??!!

NÃO DESMOBILIZAR! ... até que desistam de instalar a unidade de biometano perto de zonas habitacionais ou com actividade humana.


O Risco de Explosão de Digestores Anaeróbios.
Aconteceu a 2 de Outubro de 2023, em Cassington, Oxfordshire, no Reino Unido.
Um raio atingiu uma instalação de biogás. Seguiu-se um grande incêndio e, no dia seguinte, imagens de drone mostraram a dimensão dos danos provocados na instalação.
Felizmente, ninguém morreu.
Podíamos olhar para isto e dizer: foi no Reino Unido. Foi longe de Árgea.
Mas os acidentes que acontecem noutras instalações servem precisamente para fazermos perguntas antes de termos uma instalação destas junto das nossas populações.
Por isso, temos perguntas que exigem respostas:
Foi especificamente avaliado o cenário de um raio atingir diretamente um digestor ou outro equipamento contendo biogás? Ou foi feita uma análise de risco de explosão em ambiente ATEX que contemple por exemplo um fenómeno natural deste tipo?
Que proteção específica contra descargas atmosféricas está prevista para esses equipamentos?
Se essa proteção falhar, que cenário de incêndio ou explosão foi considerado?
Foram avaliadas as possíveis consequências para o exterior da instalação? Até que raio de incidência?
E quais seriam as consequências para as populações próximas?
Perante um acidente real, existe uma pergunta que merece uma resposta concreta:
Um cenário deste tipo foi especificamente estudado para Árgea?
Perguntar como estamos protegidos não é alarmismo. É prudência. É responsabilidade.
E é exatamente por isso que a população tem o direito de fazer perguntas e exigir respostas. Porque ao contrário do que parece ser a estratégia apontada no EIA: agir em caso de reclamação, a análise de risco tem um propósito diferente. Faz parte de uma metodologia preventiva. Não reativa.
Nestas como em qualquer outra instalação industrial, a análise de risco tem de vir antes. Não depois.