quinta-feira, 30 de abril de 2026
30 abril - Dia Mundial do JAZZ
A data foi criada pela UNESCO e anunciada pelo pianista e embaixador da boa vontade da UNESCO, Herbie Hancock.
Foi em 2012 que se celebrou pela primeira vez o Dia Internacional do Jazz. A comemoração tem como objetivo lembrar a importância deste género musical e o seu contributo na promoção de diferentes culturas e povos ao longo da história. O jazz está associado à luta pela liberdade e à abolição da escravatura.
A vida ESTÁ MUITO CARA e DIFÍCIL...
Taxa de inflação dispara para 3,4% em abril à boleia dos combustíveis
Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 3,4% em abril de 2026, taxa superior em 0,7 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior, divulgou o INE, esta quinta-feira. ...
TORRES NOVAS: a dinâmica do associativismo torrejano
RENDUFAS + OUTEIRO PEQUENO + BROGUEIRA + PARCEIROS IGREJA + VALES CIMA + OUTEIRO GRANDE + ALCORRIOL + PINTAINHOS + CAVEIRA
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Torres Novas: já em março/2023, obras Pavilhão RIACHOS deveriam estar prontas...
terça-feira, 28 de abril de 2026
PÓRTICOS nas ex_SCUTs deviam ser retirados...
Se as promessas da IP pagassem imposto, havia dinheiro para todas as obras!!!!
https://www.jn.pt/pais/artigo/ip-vai-remover-porticos-das-ex-scut-nos-proximos-meses/17829141
Em 8 janeiro 2025:
IP vai remover pórticos das ex-SCUT nos "próximos meses"
Nada justifica a VIOLÊNCIA SOBRE PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Casos de violência contra profissionais do SNS sobem para 3.429 em 2025
Mais de 3.000 episódios de violência contra profissionais do SNS foram registados no ano passado, uma subida de 848 casos relativamente 2024, destacando-se a agressão psicológica, que representa mais metade das situações, segundo dados hoje divulgados.
No ano passado foram contabilizados 3.429 episódios de violência contra profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), mais 848 do que em 2024 (2.581), segundo dados da Direção-Geral de Saúde (DGS).
No ano passado, os atos de violência psicológica continuaram a representar mais de metade dos casos (2.067), tal como em 2024, em que foram registadas 1.703, de acordo com os dados recolhidos no âmbito do Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde (PAPVSS), coordenado pela DGS, em articulação com a Direção Executiva do SNS (DE‑SNS).
O PAPVSS foi criado para fortalecer os mecanismos de prevenção, identificação (diagnóstico) e intervenção em situações de violência sobre os profissionais do SNS.
No ano passado, os episódios de violência levaram a 2.012 dias de ausência ao trabalho dos profissionais do SNS afetados, mais 827 do que em 2024 (1.185).
Todos os tipos de violência registados em 2024 registaram maior frequência no ano passado.
Os episódios de violência física aumentaram para 730 casos este ano, quando em 2024 se registaram 578 situações.
Em relação aos episódios de assédio moral, no ano passado contabilizaram-se 318 casos, mais 147 episódios do que em 2024 (171).
De acordo com os dados, os casos de violência contra profissionais do SNS de outras formas ou não especificadas subiram para 314 no ano passado. Em 2024 contabilizaram-se 129 casos.
O acompanhamento das ocorrências é garantido por grupos multidisciplinares, existentes nas 39 Unidades Locais de Saúde (ULS), nos três Institutos Portugueses de Oncologia (IPO), no Hospital de Cascais (PPP) e no Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD).
“Estes grupos são responsáveis pela análise e seguimento de todas as situações de violência ocorridas nas respetivas instituições e garantem, igualmente, a recolha anual de dados sobre a execução do plano”, segundo o comunicado da DGS.
No ano passado, para a prevenção e preparação para casos de violência realizaram-se formações com os profissionais do SNS, tal como em 2024.
No ano passado, foram realizadas 596 sessões de formação, envolvendo 12.752 profissionais do SNS, promovidas pelas ULS, IPO, PPP, ICAD, Gabinete de Segurança do SNS, DGS, Polícia de Segurança Pública (PSP) e Guarda Nacional Republicana (GNR).
No dia 18 de abril do ano passado, entrou também em vigor uma lei que agravou o quadro penal relativo a crimes de agressão contra profissionais da área da saúde, quando ocorridos no exercício das suas funções ou por causa delas.
A nova legislação passou a classificar a maioria destas agressões como crime público, permitindo o início do processo criminal com o simples conhecimento do facto pelas autoridades policiais ou judiciárias, sem necessidade de denúncia ou queixa por parte da vítima.
“A DE-SNS e a DGS reiteram o seu compromisso com a segurança dos profissionais do SNS, promovendo medidas de prevenção e proteção e uma resposta eficaz a todas as situações de violência no setor da saúde, repudiando firmemente qualquer forma de violência contra os profissionais de saúde”, referiu Direção-Geral de Saúde no comunicado.
Torres Novas / FREG PEDRÓGÃO: o bem feito e o que tem de ser feito
TELECOMUNICAÇÕES: Três meses depois, 20 mil clientes continuam sem rede fixa. ANACOM regista 1.200 reclamações
NOTA: a prova de que as operadoras estão na actividade para gerar centenas de milhões em lucros e NÃO PARA PRESTAR SERVIÇOS DE QUALIDADE!!
Três meses após tempestade Kristin, falhas nas telecomunicações continuam a afetar Médio Tejo
O objectivo da INFRAESTRUTURAS DE PORTUGAL, é fazer obra não apresentar lucros!!
Se não fizer a manutenção de pontes e estradas e a sua requalificação. Se não melhorar a sinalização horizontal e vertical. Se não corrigir os pontos negros das rodovias. Se não investir na construção de obras necessárias e urgentes, como o IC3 e a Ponte da Chamusca. E se desistir da manutenção de elevadores e escadas rolantes, os lucros ainda podem aumentar mais e se abandonar ainda mais a manutenção preventiva e corretiva da via férrea... aumentam os lucros.
segunda-feira, 27 de abril de 2026
Torres Novas: VÁ LÁ, já conseguiram tirar o poste do passeio na Av NEGRÉUS
Utentes em defesa dos serviços públicos (64) - ALGARVE
https://jornaldoalgarve.pt/utentes-denunciam-degradacao-da-a22-e-alertam-para-riscos-de-seguranca/
Utentes denunciam degradação da A22 e alertam para riscos de segurança
Os utentes da Via do Infante (A22) alertaram para o avançado estado de degradação da via, denunciando o acentuado desgaste do piso como um risco crescente para a segurança rodoviária.
Em declarações à agência Lusa, vários automobilistas que circulam diariamente na A22 relataram a existência de “fissuras, irregularidades e zonas de degradação avançada” ao longo do piso, referindo que estas condições “dificultam o controlo das viaturas”.
As irregularidades do pavimento provocam “vibrações constantes” na suspensão dos veículos, um problema que “se agrava em dias de chuva, originando riscos na condução e propiciando os despistes”.
O estado da via aliado ao aumento do tráfego rodoviário, após a abolição de portagens, em janeiro de 2025, contribui para uma “crescente insegurança”.
Sendo utilizada diariamente por residentes, turistas e empresas, o estado do pavimento levanta também preocupações quanto à mobilidade regional e à imagem do destino turístico, sobretudo em períodos de maior afluência.
Joaquim Castanheira, um utilizador habitual da via, afirma que a degradação tem-se acentuado “dia após dia” e que “já não é apenas uma questão de conforto, mas também de segurança”.
Segundo o condutor de transporte de passageiros, “as zonas em pior estado situam-se entre Alcantarilha e o nó de acesso ao aeroporto de Faro, no sentido Lagos/Vila Real de Santo António”.
Também Carlos Fernandes, outro utilizador diário da A22, afirmou que “já sentiu dificuldades no controlo do veículo em várias ocasiões”.
De acordo com estimativas avançadas à Lusa por responsáveis políticos regionais, o tráfego na A22 terá aumentado mais de 30% desde a eliminação das portagens.
Entidades regionais e a Comissão de Utentes da Via do Infante têm alertado o Governo para a necessidade de um plano regular de manutenção da via. Entre as principais preocupações apontadas pelos automobilistas estão o desconforto na condução, sobretudo em veículos mais leves, o risco de danos mecânicos — como o desgaste prematuro de pneus e sistemas de suspensão —, e o perigo acrescido durante manobras de ultrapassagem.
Em resposta a questões colocadas pela agência Lusa, a empresa Autoestrada do Algarve – Via do Infante – concessionária da via, assegurou que cumpre as obrigações previstas no contrato de concessão celebrado com o Estado português.
De acordo com a entidade, estão a ser observados “todos os deveres de conservação e manutenção, bem como de inspeção da via”.
A concessionária remeteu esclarecimentos adicionais para o representante do concedente, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), contactado pela Lusa, mas sem sucesso.
Lucros ESCANDALOSOS da GALP, salários e pensões em baixo...