sexta-feira, 31 de julho de 2026

Lucros da BRISA com portagens dos utentes e compensações estatais!!! (ver texto opinião)

 


Brisa reclama mais de 1,1 mil milhões de euros ao Estado na renegociação do contrato


in NEGÓCIOS 20julho2026

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OPINIÃO
por Manuel Gouveia

Não há limites: Brisa quer mais 1,3 mil milhões

As concessões são um autêntico «Bar Aberto». Depois de assinados os contratos de concessão, as concessionárias espremem do Estado tudo o que podem, encontrando sempre novas razões para ir buscar mais dinheiro e para realizar publicamente renegociações secretas, ou seja, renegociações dos contratos de concessão que são divulgadas publicamente, mas cujo conteúdo é escondido por «razões comerciais».

Neste momento, a Brisa reclama mais de 1,3 mil milhões de pagamentos adicionais do Estado português, em múltiplos processos de reequilíbrio financeiro, que é o truque mais utilizado para estabelecer e legalizar acordos lesivos do erário público entre o Estado e os concessionários.

Antes de começarmos a avaliar as várias razões apresentadas pela Brisa para necessitar de reequilibrar as suas contas, olhemos para essas contas e vejamos qual o seu desequilíbrio. Em 2025, a Brisa obteve receitas operacionais de 893,3 milhões de euros e um lucro de 356,8 milhões de euros.  Ou seja, uma margem de lucro líquida de 39,9%! Estamos a falar de uma margem de lucro de sonho para qualquer capitalista. E que não deriva de qualquer magia de gestão: as auto-estradas estavam construídas quando a Brisa foi privatizada, e a gestão privada limita-se a receber 853,6 milhões de euros em portagens em 2025, reduzir as despesas operacionais ao mínimo (apenas 63,9 milhões de investimento em 2025) e ir pagando os empréstimos originais do tempo em que a Brisa construía auto-estradas (amortizações de 245 milhões em 2025).

«Em 2025, a Brisa obteve receitas operacionais de 893,3 milhões de euros e um lucro de 356,8 milhões de euros.  Ou seja, uma margem de lucro líquida de 39,9%!»

Que uma empresa destas se sinta no direito de reclamar fundos do Estado para «reequilibrar financeiramente as concessões» diz muito da falta de vergonha que impera. Ou, como cantava o Zeca Afonso, «Se alguém se engana com o seu ar sisudo e lhes franqueia as portas à chegada, eles comem tudo, eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada».

Mas vamos então às «razões» da Brisa para ser reequilibrada:

221 milhões é o que a Brisa pede por causa da pandemia. A Brisa teve uma redução dos lucros com a pandemia, como é natural numa concessionária de auto-estradas perante um processo que trouxe severas restrições à mobilidade. No período, a Brisa registou sempre lucros, e lucros sempre superiores a cem milhões de euros. Mas entre 2020 e 2023 foram só 824,8 milhões de euros de lucros, e portanto, sente-se no direito de exigir que o Estado lhe ofereça 221 milhões para a compensar. 

Mas a Brisa pede outros 1122 milhões de euros (sim, não é erro dactilográfico, são mil cento e vinte e dois milhões de euros). O maior montante é exigido como indemnização por causa da auto-estrada que a Brisa não construiu. Tudo nasceu da renegociação de 2008, onde a Brisa recebeu um conjunto de «direitos» pelos quais o Estado português não recebeu qualquer verdadeira contrapartida. Nessa altura, um dos direitos que a Brisa recebeu foi o de cobrar durante 18 anos as portagens da auto-estrada para o Novo Aeroporto de Lisboa (NAL). Mas tinha de construir a dita auto-estrada!

Com o arrastar do processo do NAL, vai chegar primeiro o fim da concessão da Brisa (2035) que o início do funcionamento da dita auto-estrada, pelo que a Brisa quer que lhe paguemos os 18 anos de portagens de uma auto-estrada que não construiu, ou que a libertem de construir a auto-estrada e a indemnizem por não ter podido lucrar com a dita. É isto uma PPP: lucrar mesmo com as auto-estradas que não se constroem!

Em 2023, as concessionárias queriam aumentar as portagens em 10% (usando a fórmula previamente contratualizada) e o governo não o permitiu e limitou esse aumento a «só» 4,9%. Claro que tão patriótico sacrifício foi recompensado com mais compensações para as concessionárias: 140 milhões à cabeça, e o direito de renegociar as concessões. 

Na altura, o governo e a comunicação social elogiaram as concessionárias por terem aceitado sacrificar-se, agora estas apresentam-nos a conta e a mesma comunicação social tudo apresenta como normal. O mesmo tratamento tiveram decisões como as isenções para carros eléctricos, as isenções na A2 e na A6, etc. Cada vez que o Governo ou a Assembleia da República usam a palavra «portagem», as concessionárias correm para os gabinetes jurídicos de calculadora em punho. E por duas pontes que já pagámos três vezes e por uma rede de auto-estradas que já pagámos duas vezes, continuam a apresentar-nos facturas cada vez mais altas.

«Nessa altura, um dos direitos que a Brisa recebeu foi o de cobrar durante 18 anos as portagens da auto-estrada para o Novo Aeroporto de Lisboa (NAL). Mas tinha de construir a dita auto-estrada!»

As concessões e PPP representam cada vez mais um novo conceito de rentismo: quase zero investimento (quando há investimento, o capital é da banca e do Estado via Fundos Comunitários, o BEI ou a CGD), risco zero e rendas garantidas. O risco, de que tanto gostam de falar os capitalistas para justificar o seu direito de viver da aplicação de capitais, é virtualmente zero: pode haver uma pandemia ou um comboio de tempestades que o lucro está sempre garantido. Até porque os capitais próprios realmente investidos também foram residuais.

No caso em apreço, os 1,3 mil milhões que a Brisa reclama serão «negociados» e irão originar alguns pagamentos parciais e uma forma dissimulada de ir ao pote: o pagamento através do prolongamento ou renovação da concessão. E fazem isto porque sabem que para a maioria de distraídos pagar mil milhões através do prolongar por dez anos da concessão é a mesma coisa que não pagar nada, quando na realidade significa o reconhecimento de que a concessão do direito de cobrar aquelas portagens equivale, no mínimo, a oferecer 100 milhões ao ano.

Personagens como Ferreira do Amaral, José Luís Arnaut, Pires de Lima e António Ramalho – que saltam do poder político para as gestoras de concessões com a única missão de facilitar o processo de extracção de rendas – são o espelho da promiscuidade entre poder político e poder económico e do domínio deste último sobre a vida nacional. Que o façam cumprindo as leis que ajudaram a escrever não os torna menos culpados. A sua impunidade – e dos que beneficiaram da sua prática – é o reflexo do grau de domínio da grande burguesia sobre a sociedade portuguesa. Um domínio de que o país precisa de libertar-se. Novamente.


quinta-feira, 30 de julho de 2026

INEM: Dar lugar a "amigos e conhecidos" e, também a alguns outros...

Nova lei orgânica altera a forma de acesso à cúpula do INEM. Acabam os concursos públicos e os nomes são designados por resolução do Conselho de Ministros após parecer não vinculativo da CRESAP.

(in Público, 31jul2026)

quarta-feira, 29 de julho de 2026

TELECOMUNICAÇÕES: passaram 6 meses e há famílias sem telecomunicações...

 ... ou as têm sem a qualidade necessária e, também, muitas infraestruturas para reparar.

 

E as operadoras (todas privadas) com centenas e centenas de milhões de lucros anualmente!!!

segunda-feira, 27 de julho de 2026

28 julho - Dia Mundial da CONSERVAÇÃO DA NATUREZA

 


T Novas / ÁRGEA: quinta, 30jul, 15 hs gravação para RTP

RTP 


ÁRGEA largo da Igreja: quinta, 30jul, 15 hs 
gravação para RTP - 
Programa PORTUGAL EM REDE
para posterior directo na próxima semana

TODOS PODEM PARTICIPAR

domingo, 26 de julho de 2026

UTENTES em defesa dos serviços públicos (74) - COLARES / Sintra

 A Comissão de Utentes realizou uma sondagem à população sobre a USF de Colares e sobre o SNS.

Contámos com a participação activa e propositiva de mais de quarenta utentes (quer na forma digital quer presencialmente)
A opinião genérica dos utentes sobre a USF é positiva, a maioria dos utentes está satisfeita com os cuidados prestados na USF. Contudo,
fica a ideia generalizada de que está a acontecer um desinvestimento grave no SNS em geral.
Sobre a USF de Colares propriamente dita, o principal ponto de melhoria identificado incide sobre os canais de comunicação.
Em várias respostas é apontada constrangimentos no contacto telefónico com a USF.
Esta questão prender-se-à diretamente com a decisão do Ministério da Saúde de apenas tornar o contacto telefónico possível através da linha Saúde 24.
Queremos deixar um agradecimento especial ao utente que aceitou tirar uma fotografia connosco — um gesto simples, mas que representa bem o espírito de confiança e proximidade que encontramos.
Foi um trabalho profundamente gratificante, que nos dá ainda mais motivação para continuar a lutar por um Serviço Nacional de Saúde digno e acessível.



FOGOS todo o cuidado é pouco!

 


sábado, 25 de julho de 2026

"ODE À PAZ", a poesia de Natália Correia

 


25 julho - Dia Mundial de Prevenção de AFOGAMENTOS

Número de afogamentos aumenta com 75 mortes registadas no primeiro semestre



OPINIÃO: Dignificar as AUXILIARES DE LARES

 "Antes de apontarem o dedo às Auxiliares de lares experimentem calçar os nossos sapatos por um único dia."

É muito fácil criticar atrás de um ecrã. Difícil é levantar pessoas acamadas, dar banhos, trocar fraldas, alimentar quem já não consegue pegar numa colher, limpar feridas, confortar quem chora, segurar a mão de quem está a morrer e, no dia seguinte, voltar a sorrir como se o coração não estivesse pesado.
Somos nós que estamos lá quando a família não pode estar. Somos nós que ouvimos as histórias repetidas vezes sem perder a paciência. Somos nós que damos carinho, atenção e dignidade a quem já deu uma vida inteira à sociedade.
E o que recebemos em troca?
Salários que mal chegam ao fim do mês. Uma carreira praticamente sem progressão. Fins de semana de trabalho trocados por um simples dia de folga. Feriados passados dentro de uma instituição enquanto os nossos filhos, pais e companheiros celebram sem nós. Domingos? Para muitos de nós, são apenas mais um dia de trabalho.
Há quem se esqueça que, sem as auxiliares, nenhum lar funciona. Falta, por vezes, humanidade, reconhecimento e respeito por quem faz o trabalho mais duro, mais exigente e mais indispensável.
Não pedimos medalhas. Pedimos dignidade.
Porque cuidar de idosos não é "limpar e dar comida". É cuidar de pessoas. É lidar com doenças, dependência, demências, sofrimento, solidão e morte. É dar conforto quando já não há cura. É ser família quando a família não aparece.
Claro que, como em todas as profissões, existem exceções. Mas é profundamente injusto condenar uma classe inteira por causa de meia dúzia de casos.
Da próxima vez que ouvirem alguém dizer que as Auxiliares de lares "não fazem nada" ou "não merecem mais", lembrem-se de uma coisa:
Se um dia os vossos pais, os vossos avós ou até vocês precisarem de cuidados, vão querer ao vosso lado uma auxiliar cansada, mal paga e desmotivada... ou uma profissional valorizada, respeitada e com condições para cuidar com qualidade?
Respeitem quem cuida.
Porque um dia todos podemos precisar das mãos que hoje tantos insistem em desvalorizar."

Opinião de Sónia Mendes

quinta-feira, 23 de julho de 2026

COMBUSTÍVEIS VOLTAM A AUMENTAR na próxima semana

 

FISCO não consegue cobrar 10 mil milhões... TANTO DINHEIRO!!!

 



in JN

TORRES NOVAS: em onda de pintura de passadeiras na cidade...

É aproveitar a embalagem e avivar a sinalização de muitas ruas, rotundas e estradas do concelho, onde não são visíveis os separadores centrais das vias, as guias laterais...


Divulgado por:

quarta-feira, 22 de julho de 2026

CARLOS PAREDES faleceu há 22 anos

 


BIOMETANO... os mesmos de sempre a pagar, ...

 ... para garantir "viabilidade económica/LUCROS" dos promotores. Mas, assim, NÃO ARRANJEM DESCULPAS PARA NÃO INSTALAR AS UNIDADES DE BIOMETANO LONGE DAS ZONAS HABITACIONAIS.

Consumidores de gás deverão pagar €23 milhões para comparticipar custos de novos projetos de biometano e hidrogénio

As ligações à rede de distribuição de gás de novos projetos de biometano e hidrogénio verde vão deixar de ser pagar a 100% pelos produtores. A ERSE lançou em consulta pública novas regras que ditam que os consumidores, através das tarifas de acesso às redes, deverão suportar €23 milhões, de um total de €48 milhões de custos estimados até 2031

Consulta Pública n.º 143
Logo ERSE

A bem da saúde pública, uma iniciativa que se saúda...

 


Em 2025: houve 83 089 PARTOS...

 


"Quase 40% dos partos do ano passado foram por cesariana. No sector privado, taxa sobe para 62%. Nas 58 unidades de obstetrícia e neonatologia que estavam a funcionar no país no ano passado, fosse no Serviço Nacional de Saúde (SNS) ou no sector não público, houve 83.089 partos, mais 3,6% do que no ano anterior. A maior parte continua a ocorrer no SNS e mais de 39% do total aconteceu por cesariana. A natureza destas intervenções, contudo, é distinta consoante se fale do SNS ou do sector privado: nestas unidades, a percentagem de cesarianas é de 62% do total dos partos."

https://www.publico.pt/2026/07/21/sociedade/noticia/quase-40-partos-ano-passado-cesariana-sector-privado-62-2182466

Dinheiro não falta... depende quem fica com ele e para quê

 


Exames?? Correu tudo bem, diz governo...

 


terça-feira, 21 de julho de 2026

T Novas / ÁRGEA: sobre a VIGILIA POPULAR de contestação da unidade de biometano junto a zonas habitacionais

T Novas / ÁRGEA: sobre a VIGILIA POPULAR de contestação da unidade de biometano junto a zonas habitacionais

Convocada pelas Comissões de Utentes dos Serviços Públicos da Região do Médio Tejo decorreu ontem, 20 julho 2026, fte à Igreja em ÁRGEA / Torres Novas, uma VIGÍLIA POPULAR de rejeição de Unidades de Biometano junto a zonas habitacionais, como no caso concreto é pretendido para próximo de aldeias do concelho de Torres Novas (ÁRGEA, CASAL SENTISTA, PINTAINHOS, BARROCA...) e próximo à cidade do Entroncamento.


Passaram por esta iniciativa umas duas centenas de cidadãos de Árgea, Lamarosa, Barroca, Casal Sentista, Torres Novas, Entroncamento. As intervenções e as conversas para e entre os presentes tiveram como base, para além de fazer o histórico de reivindicação das populações e organizações, o documento do abaixo-assinado (que recolheu mais de 6 mil assinaturas) e que diz o seguinte: "Os abaixo-assinados cidadãos moradores ou com actividades em ÀRGEA e na Região Médio Tejo, não são contra a procura de fontes de energia alternativas como as unidades de produção de biometano, mas estas devem ser instaladas longe das zonas habitacionais ou com actividades humanas. Não precisamos de uma unidade industrial junto a zonas habitacionais que vai implicar: grandes consumos de água, a chegada de 270 ton/dia de estrume, chorume, animais mortos e gorduras, dezenas de camiões em estradas estreitas e sem condições, possíveis contaminações atmosféricas e de linhas de água, a desvalorização do património familiar, empresarial e pessoal... e perda progressiva de qualidade de vida e de saúde. Zonas mais afectadas: as freguesias a nascente conc. TORRES NOVAS, e concelhos limítrofes do ENTRONCAMENTO, V N Barquinha e Tomar, … AS POPULAÇÕES MERECEM VIVER EM AMBIENTES SAUDÁVEIS!"


Foram apresentadas algumas propostas de acção para o futuro próximo, tendo sido reafirmada a intenção de manter actividade permanente (sendo de valorizar todas as iniciativas realizadas ou a realizar, por iniciativa individual de cidadãos, por organizações formais ou informais e as instituições, como as autarquias). Algumas das iniciativas serão: Contacto directo com as populações e outras entidades; Fazer uma exposição aos diversos grupos parlamentares da Assembleia da República; Ir (com a população que se puder deslocar) à Assembleia da República entregar o Abaixo-assinado; Eventualmente promover reuniões públicas em Torres Novas e Entroncamento; outras iniciativas públicas com o objectivo central de evitar a instalação de uma unidade industrial de biometano junto de Árgea e outras aldeias/zonas habitacionais.

(texto enviado à Comunicação Social)

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Hoje, Dia Nacional da DOAÇÃO ÓRGÃOS e da TRANSPLANTAÇÃO

  ... lamentar tantos que esperam por um transplante e valorizar todos os que têm sido feitos...



A doação de órgãos pode transformar vidas. Graças ao gesto solidário de dadores e dadoras, milhares de pessoas têm uma nova oportunidade. Hoje homenageamos quem torna possível a transplantação em Portugal.

Esta semana: COMBUSTÍVEIS AUMENTAM TANTO... e o governo a encolher os ombros....

Preço do gasóleo vai subir 11,5 cêntimos
e o da gasolina 6,5


Preços atualizados por litro

Com base nesta previsão, o preço médio por litro dos combustíveis deverá ser na semana que vem de:

Gasóleo 1,945€ (1,659 € a 1/2/2025) +33 cêntimos/L

Depósito de 50 L= 99,40 €

Gasolina 1,974€- (1,764 € a 1/2/2025) +21,6 cêntimos/L

Depósito de 50 L= 99,00 €


 Preço do gasóleo vai subir 11,5 cêntimos e o da gasolina 6,5

LAMENTÁVEL: com tanto avanço científico e criação de tanta riqueza...!!!!

 


domingo, 19 de julho de 2026

RIO MAIOR: até 30 de julho - RASTREIO CANCRO MAMA



Rastreio gratuito do Cancro da Mama – Rio Maior
A Liga Portuguesa Contra o Cancro - Núcleo Regional do Sul (LPCC-NRS), em parceria com o SNS, anuncia a continuidade do rastreio gratuito do Cancro da Mama no Município de Rio Maior.
O rastreio estará disponível na Unidade Móvel da LPCC de 19 de junho a 30 de julho, nos seguintes períodos/locais:
19 a 26 de junho – São João da Ribeira (junto à Junta de Freguesia);
29 de junho a 01 de julho – Alcobertas (junto Pavilhão Multiusos);
02 de julho a 30 de julho – Rio Maior (junto ao Pavilhão Multiusos).
Se não recebeu a convocatória por carta, poderá fazer o exame à mesma, desde que cumpra os seguintes critérios de elegibilidade:
Mulheres entre os 45 e os 74 anos que:
Não tenham alterações conhecidas na mama ✔
Não tenham próteses mamárias ✔
Não tenham sido submetidas a mastectomia ✔
Nunca tenham tido cancro da mama ✔
Não estejam grávidas nem a amamentar ✔
Informações e marcações:
245 009 299 | 915 999 890
rcm.admin@ligacontracancro.pt
Saiba mais sobre o processo em https://www.ligacontracancro.pt/rcm-q-a/


SINISTRALIDADE RODOVIÁRIA: estas mortes a "conta gotas" parecem não comover ninguém

 


Este ano já ultrapassou 2025 em mortes nas estradas — e o período crítico começa agora
E 2026 apresenta já vários números negativos em relação ao ano passado. Desde 1 de Janeiro até esta quinta-feira, 16 de Julho, tinha havido 81.824 acidentes (mais 6294 do que em 2025), com 269 vítimas mortais (mais 37) e 1500 feridos graves (mais 74). Apenas os feridos ligeiros (23.057) foram até agora menos, segundo os dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).


https://www.publico.pt/2026/07/17/sociedade/noticia/ano-ja-ultrapassou-2025-mortes-estradas-periodo-critico-comeca-2182145

sábado, 18 de julho de 2026

EXAMES: notas abaixo de zero... deve ser a nota do ministro/governo!!!

 


CORUCHE: e este governo cumpre?? ... nem as suas promessas quanto mais recomendações!!!!

 

A proposta do PCP de criação de um Serviço de Urgência Básica no Centro de Saúde de Coruche, foi aprovada com os votos contra do PSD, CDS e abstenção da IL.
O centro de saúde de Coruche encontra-se atualmente encerrado durante o período noturno, deixando a população sem resposta de proximidade em situações de urgência.
A criação de um Serviço de Urgência Básica (SUB) nas instalações do Centro de Saúde de Coruche corresponde a uma necessidade concreta da população constituindo-se como uma resposta complementar à capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde em Santarém ao assegurar cuidados urgentes em proximidade.

TRAVESSIAS DO TEJO: Já em 2017, se apontavam soluções (transitórias e definitivas) para facilitar a vida às populações

... mas, em CONSTÂNCIA, ABRANTES, CHAMUSCA nada avançou, para além de promessas (e alguns estudos, caros e sem resultados)

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Sobre novos e grandes parques eólicos e fotovoltaicos...

A proposta de novos e grandes parques eólicos e fotovoltaicos é claramente a apropriação territorial em que os custos ficam no interior e os ganhos se deslocam para promotores, operadores e investidores externos.



Por este andar, o governo ainda repõe as PORTAGENS nas A23 e A13...

 


MÉDIO TEJO: reunião Comissão Utentes, 22 julho

 


“Transição energética, sim. Mas assim, não”: autarcas do Médio Tejo contra mapa do governo para “acelerar” renováveis

 https://mediotejo.net/transicao-energetica-sim-mas-assim-nao-autarcas-do-medio-tejo-contra-mapa-do-governo-para-acelerar-renovaveis/?fbclid=IwY2xjawTFX5FleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeJlF_pX1WiHGRrrT20jXue9QyDbCCZ_fryIKmtrMsC6pr-YdT28Qo7OTgDG4_aem_NWce-LRFpKoE4BsnBZoDpQ

“Transição energética, sim. Mas assim, não”: autarcas do Médio Tejo contra mapa do governo para “acelerar” renováveis

Terminou esta quarta-feira, 15 de julho, a consulta pública do Programa Setorial das Zonas de Aceleração para a Implantação de Energias Renováveis (PSZAER). No Médio Tejo, uma das zonas com maior potencial solar e eólico do país, a contestação ao plano do governo ganha contornos particulares: Abrantes é o concelho que mais contribui para a quota solar nacional, com uma área superior a 20.000 hectares “pronta” a ser ocupada por painéis, e Vila Nova da Barquinha vê 25% do seu território ser destinado a estes projetos “verdes”. .... (mediotejo.net)

11 municípios da CIMT entregam posição conjunta

Fonte da Comunidade Intermunicipal confirmou ao mediotejo.net que não foi concedido acesso a mapas detalhados do PSZAER, que a informação fornecida foi “escassa” e que o tempo para as autarquias se pronunciarem foi muito curto. Apesar de reconhecerem a importância estratégica deste setor e o tipo de investimentos que pode atrair, os autarcas da região ouvidos pelo nosso jornal estão muito preocupados e, independentemente das suas cores políticas, a reação perante o mapa apresentado foi praticamente unânime: “Assim não.”

O desenvolvimento na área das energias renováveis tem de fazer-se “em articulação com a coesão territorial e com a qualidade de vida das nossas populações”, pode ler-se numa posição conjunta dos 11 municípios que integram a CIMT, a que o mediotejo.net teve acesso, considerando que a versão em consulta pública do PSZAER suscita “preocupações relevantes”, dada a “forte incidência territorial das áreas propostas” para os concelhos da região. ...

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