Falar sobre o Transtorno do Espectro Autista é promover compreensão, respeito e inclusão. Cada pessoa autista tem a sua maneira de sentir, comunicar e interagir. Algumas podem ter maior sensibilidade a sons, luzes ou toques; outras podem expressar-se de forma diferente ou precisar de mais tempo para processar o que as rodeia.
Mas há algo que todas têm em comum: merecem ser vistas para além dos rótulos.
A conscientização começa quando deixamos de julgar e passamos a escutar. Quando trocamos a impaciência pela empatia. Quando entendemos que comportamentos diferentes não são “errados” — são apenas diferentes.
Incluir é adaptar o mundo, não forçar a pessoa a caber nele.
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