sexta-feira, 4 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
No próximo domingo
o dia mais pequeno do ano
Hora de verão a partir de domingo
A hora da União Europeia muda a hora, no domingo, quando os relógios adiantarem 60 minutos, passando Portugal a ter uma hora acima do tempo universal (tempo médio de Greenwich, TMG) e a viver um dia de 23 horas.
Com a chegada da hora de verão, os portugueses do continente e da Madeira terão de, na madrugada de domingo, adiantar os relógios 60 minutos, quando forem 01:00. Nos Açores, a mudança é feita à meia-noite de domingo, passando os relógios para a 01:00.
A partir de domingo, e até à hora de inverno, quando, no último fim de semana de outubro, os relógios atrasarem de novo uma hora, Portugal terá mais uma hora TMG (ou tempo universal mais um), o que quer dizer que está no fuso horário mais um do que o do meridiano de Greenwich, que se convencionou usar como marcador para o tempo, como disse à Lusa a astrónoma Suzana Ferreira, do Observatório Astronómico de Lisboa.
A mudança da hora acontece em todos os países da União Europeia, no mesmo momento, mas outros países que não fazem parte do grupo dos "28" escolheram seguir as mesmas normas. Na Europa, só a Arménia, a Bielorrússia, a Geórgia e a Rússia não adiantam os relógios uma hora no próximo domingo nem os atrasam em outubro.
Em África, pelo contrário, a hora é inalterável na maior parte dos países. A Líbia é dos poucos que muda, alinhando pela lógica europeia, mas a mudança acontece na última sexta-feira dos meses de março e outubro (e não no último domingo).
Marrocos, Namíbia e Saara Ocidental também têm dois horários, mantendo-se o resto do continente inalterado, o que também acontece com a Ásia, onde apenas cinco países mexem nos relógios: Irão, Israel, Jordânia, Líbano e Síria.
Na Oceânia, apenas a Austrália, Nova Zelândia, Fiji e Samoa têm horários de verão e de inverno, embora no continente americano, especialmente na América do Norte e Central, mais países mudem a hora. Dezena e meia de países da região optaram, no entanto, por deixar de ter hora de inverno e de verão em 2010.
Ainda assim, na América e no mundo, são mais os países que não mudam do que os que mudam.
Na Europa, a mudança da hora começou na altura da I Guerra Mundial e teve como objetivo poupar combustível, numa altura em que este era racionado. Atualmente já não há um impacto económico, mas apenas social, já que os horários de trabalho coincidem mais com a luz solar. Ainda assim, a União Europeia reavalia a manutenção dos horários de verão e de inverno de cinco em cinco anos.
Em Portugal, em 1992, o Governo, chefiado então por Cavaco Silva adotou o horário da Europa central, mas a opção foi muito criticada, porque no inverno o sol nascia muito tarde e, no verão, era de dia até depois das 22:00. Em 1996, o Governo chefiado por António Guterres repôs a hora antiga.
Hoje a questão não é polémica em Portugal. E, a partir de domingo, para muitos portugueses, será mesmo agradável que o sol se ponha mais tarde. E os que trabalham nessa noite afinal até terão uma jornada mais curta. Também já trabalharam uma hora a mais em outubro.
A partir de domingo, e até à hora de inverno, quando, no último fim de semana de outubro, os relógios atrasarem de novo uma hora, Portugal terá mais uma hora TMG (ou tempo universal mais um), o que quer dizer que está no fuso horário mais um do que o do meridiano de Greenwich, que se convencionou usar como marcador para o tempo, como disse à Lusa a astrónoma Suzana Ferreira, do Observatório Astronómico de Lisboa.
A mudança da hora acontece em todos os países da União Europeia, no mesmo momento, mas outros países que não fazem parte do grupo dos "28" escolheram seguir as mesmas normas. Na Europa, só a Arménia, a Bielorrússia, a Geórgia e a Rússia não adiantam os relógios uma hora no próximo domingo nem os atrasam em outubro.
Em África, pelo contrário, a hora é inalterável na maior parte dos países. A Líbia é dos poucos que muda, alinhando pela lógica europeia, mas a mudança acontece na última sexta-feira dos meses de março e outubro (e não no último domingo).
Marrocos, Namíbia e Saara Ocidental também têm dois horários, mantendo-se o resto do continente inalterado, o que também acontece com a Ásia, onde apenas cinco países mexem nos relógios: Irão, Israel, Jordânia, Líbano e Síria.
Na Oceânia, apenas a Austrália, Nova Zelândia, Fiji e Samoa têm horários de verão e de inverno, embora no continente americano, especialmente na América do Norte e Central, mais países mudem a hora. Dezena e meia de países da região optaram, no entanto, por deixar de ter hora de inverno e de verão em 2010.
Ainda assim, na América e no mundo, são mais os países que não mudam do que os que mudam.
Na Europa, a mudança da hora começou na altura da I Guerra Mundial e teve como objetivo poupar combustível, numa altura em que este era racionado. Atualmente já não há um impacto económico, mas apenas social, já que os horários de trabalho coincidem mais com a luz solar. Ainda assim, a União Europeia reavalia a manutenção dos horários de verão e de inverno de cinco em cinco anos.
Em Portugal, em 1992, o Governo, chefiado então por Cavaco Silva adotou o horário da Europa central, mas a opção foi muito criticada, porque no inverno o sol nascia muito tarde e, no verão, era de dia até depois das 22:00. Em 1996, o Governo chefiado por António Guterres repôs a hora antiga.
Hoje a questão não é polémica em Portugal. E, a partir de domingo, para muitos portugueses, será mesmo agradável que o sol se ponha mais tarde. E os que trabalham nessa noite afinal até terão uma jornada mais curta. Também já trabalharam uma hora a mais em outubro.
sexta-feira, 21 de março de 2014
No Concelho de Santarém, no século XXI, no "País que está melhor":::
Deficiente vai a pé ao médico
Dez quilómetros a empurrar cadeira de rodas.
Hoje, 00h30Nº de votos (0) Comentários (22) Por:João Nuno Pepino
Hoje, 00h30Nº de votos (0) Comentários (22) Por:João Nuno Pepino
Quando precisa de levar a filha a uma consulta ou ir buscar as receitas dos medicamentos, Ofélia... Marques, de Vaqueiros (Santarém), vê-se obrigada a percorrer a pé os cinco quilómetros que a separam de Pernes, onde se encontram o Centro de Saúde e a farmácia mais próximos. Para regressar a casa, caminha os cinco quilómetros a empurrar a cadeira de Patrícia, de 32 anos, que sofre de paralisia cerebral desde bebé, na movimentada estrada que liga Torres Novas a Santarém. Vaqueiros é servida apenas por um autocarro diário, às 07h30. A carrinha da junta não está adaptada, os taxistas evitam fazer o serviço, e nem sempre a ambulância dos Bombeiros de Pernes está disponível. Fazer-se ao caminho a pé é a opção que resta a esta mulher, de 52 anos, que não pode deixar a filha em casa. A Junta da União de Freguesias de Casével e Vaqueiros aponta o dedo à intransigência do Agrupamento de Centro de Saúde (ACES) da Lezíria para resolver o problema, que até tem solução simples. Aquando da reorganização territorial, o ACES aceitou colocar um médico na freguesia mais um dia por semana, mas exige que seja na extensão de saúde de Casével. A junta defende que a unidade de Vaqueiros tem condições para consultas uma vez por semana e disponibiliza a funcionária administrativa e equipamento informático. "Não conseguimos compreender a posição do ACES", diz ao CM Joel Oliveira, tesoureiro da junta.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/deficiente-vai-a-pe-ao-medico-003311557Ver mais
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quarta-feira, 19 de março de 2014
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