NOTA: Governo apoia a guerra e, depois, usa o argumento da guerra para impôr mais despesas às famílias, apesar de haver "reservas para vários meses".
Preço dos medicamentos vai subir: aumentos começam nos que não necessitam de receita médica
O preço dos medicamentos vai subir devido ao conflito no Médio Oriente e podem mesmo faltar. As farmácias e associações estão preocupadas, mas garantem que, por agora, a situação está controlada e há reservas para vários meses.
Com o custo de vida cada vez mais alto, as idas à farmácia obrigam os portugueses a pensar duas vezes na hora de aviar as receitas. Do outro lado do balcão, os profissionais testemunham os utentes a fazerem escolhas diárias para levarem tudo o que precisam.
O conflito no Médio Oriente ainda não fez subir os preços dos medicamentos, mas o Governo e o setor estão certos de que isso vai acontecer mais tarde ou mais cedo, devido ao aumento dos custos de produção.
Os primeiros a aumentar serão os medicamentos não sujeitos a receita médica. As preocupações do setor não se ficam apenas pelos custos: o conflito provoca maior incerteza nos prazos de entrega e instabilidade na cadeia de abastecimento, o que pode provocar ruturas de stock.
As farmácias dizem estar, para já, preparadas. A Ministra da Saúde Ana Paula Martins diz que, para já, não há motivo para alarme, mas alerta que o país tem de estar preparado para eventuais aumentos nos preços dos medicamentos.
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