O cenário atual é de isolamento para muitos moradores e agricultores. Com a ponte destruída e o desvio alternativo submerso pela subida das águas, a população é obrigada a realizar desvios superiores a 50 quilómetros por caminhos de terra batida e estradas em mau estado. Trajetos que anteriormente demoravam apenas cinco minutos transformaram-se agora em viagens de quase duas horas, com elevados custos de combustível e danos nas viaturas.
A construção de uma nova travessia foi anunciada em 2023, pela C M Coruche, depois de um primeiro incidente grave registado em Dezembro de 2022, mas dois anos depois, a obra continua por concretizar, apesar das sucessivas garantias públicas.
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