quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

2.º En­contro Na­ci­onal dos Tra­ba­lha­dores das Mi­se­ri­cór­dias

 


Esta sexta-feira, dia 23, re­a­liza-se em Lisboa o 2.º En­contro Na­ci­onal dos Tra­ba­lha­dores das Mi­se­ri­cór­dias, cujos par­ti­ci­pantes, no final, irão des­locar-se até à sede da União das Mi­se­ri­cór­dias Por­tu­guesas (UMP), para re­a­firmar as rei­vin­di­ca­ções apre­sen­tadas.

Pro­mo­vido pela Fe­de­ração Na­ci­onal dos Sin­di­catos dos Tra­ba­lha­dores em Fun­ções Pú­blicas e So­ciais (FNSTFPS/​CGTP-IN), o en­contro tem por lema «Va­lo­rizar os tra­ba­lha­dores, me­lhorar os sa­lá­rios, res­peitar a con­tra­tação co­lec­tiva».

Ao anun­ciar a ini­ci­a­tiva, a fe­de­ração re­cordou que tem vindo a apre­sentar pro­postas à UMP, para «me­lhorar as con­di­ções de tra­balho, va­lo­rizar as pro­fis­sões e as re­mu­ne­ra­ções». «Con­tudo, as en­ti­dades pa­tro­nais do sector, sis­te­ma­ti­ca­mente, não sa­tis­fazem as rei­vin­di­ca­ções dos tra­ba­lha­dores e apre­sentam con­tra­pro­postas que ficam muito aquém do ca­minho para a dig­ni­fi­cação», como se afirma numa nota de im­prensa, emi­tida dia 16.

A FNSTFPS de­fende que as ta­refas dos tra­ba­lha­dores das santas casas de mi­se­ri­córdia «in­serem-se na­quilo que são fun­ções so­ciais do Es­tado», pelo que eles «devem ser en­glo­bados na es­fera do Es­tado». Mas, «até agora, os su­ces­sivos go­vernos não mos­traram dis­po­sição para ne­go­ciar ou se­quer abordar este as­sunto».

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