sábado, 30 de junho de 2012

tODAS AS LUTAS CONTAM(301)-Marcha pelos hospitais do Oeste a 7 de Julho

Marcha pelos hospitais do Oeste a 7 de Julho
No próximo dia 7 de Julho as populações das Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras vão unir-se em três marchas simultâneas numa demonstração cívica pela saúde dos seus hospitais.
A proposta é da plataforma Oestina das Comissões de Utentes da Saúde, que integra as comissões das três cidades, e foi apresentada por António Curado na Assembleia Municipal das Caldas da Rainha na passada terça-feira.
Nas Caldas a concentração será feita na Praça 5 de Outubro, pelas 21h00, seguindo para a Rua Heróis da Grande Guerra, Largo da Rainha, Hospital Termal, Praça da Fruta e, por fim, Hospital Distrital.
O presidente da Comissão de Utentes “Juntos pelo nosso Hospital” das Caldas da Rainha, diz que esta acção se enquadra na “defesa de equidade no acesso aos cuidados hospitalares no Oeste”. António Curado realçou que, apesar de não haver notícias por parte da tutela sobre a reorganização hospitalar, “as coisas não estão resolvidas”. E porque continuam preocupados querem continuar activos na luta pela manutenção das valências actuais.
O também médico espera que nas Caldas a adesão à marcha seja “grande e transversal”, destacando que este é um problema que afecta toda a comunidade.
A plataforma já solicitou uma audiência ao ministro da Saúde, Paulo Macedo, mas não obteve resposta, tendo o mesmo acontecido com a comissão de utentes caldense em relação à ARS.
Todos os partidos com assento na Assembleia Municipal manifestaram o apoio à iniciativa que irá juntar, à mesma hora, as populações das três cidades oestinas numa acção simultânea em defesa dos seus cuidados de saúde.
Fátima Ferreira
fferreira@gazetacaldas.com

Abaixo assinado

                 Abaixo assinado..........
PELA NOSSA SAÚDE
Findo o prazo de distribuição de documentos para a recolha de assinaturas e o contacto directo com os utentes (por exemplo, hoje activistas da CUSMT recolheram no mercado do Entroncamento mais de 500 assinaturas), apela-se a que comecem a ser recolhidos e entregues todos os cadernos que ainda estão em locais públicos.


Todas as folhas com assinaturas devem ser entregues na primeira semana de Julho.

Uma realidade que alguns desconhecem ou não levam em conta nas suas decisões

Uma realidade que alguns desconhecem ou não levam em conta nas suas decisões.......................
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publicado por usmt às 16:15

Mais um ataque aos direitos sociais

sexta-feira, 29 de junho de 2012

NOTA sobre a reunião com o Conselho de Administração do CHMT realizada em 28.6.2012

Sexta-feira, 29 de Junho de 2012
NOTA sobre a reunião com o Conselho de Administração do CHMT
NOTA sobre a reunião com o Conselho de Administração do CHMT realizada em 28.6.2012

 
1.
A reunião realizou-se a pedido daCUSMT, tendo em conta que o Conselho Consultivo do CHMT ainda não foiinstalado, e havia que fazer o balanço da prestação de cuidados hospitalares naRegião e reafirmar algumas das propostas entretanto apresentadas pela Comissãode Utentes.
2.
Perante uma pergunta concreta daCUSMT, o Conselho de Administração afirmou que o Centro Hospitalar tem trêsunidades e assim irá continuar estando a ser tomadas decisões com o objectivode dinamizar a actividade de algumas valências.
3.
Foi afirmado pelo CA que hádificuldades financeiras e económicas que derivam da situação económica efinanceira do País principalmente devido à indefinição do montante dosproveitos que irão ser transferidos do orçamento do SNS.
4.
Foi referido pelo CA que está estimadauma poupança nas despesas de 16 milhões de euros para o presente ano, tendo aComissão de Utentes referido que esse objectivo está a ser atingido pordecisões nacionais e locais, principalmente à custa dos rendimentos dostrabalhadores e dos utentes que têm os cuidados mais longe e mais caros.
5.
A Comissão de Utentes da Saúde doMédio Tejo, informou o Conselho de Administração de que na base doAbaixo-assinado que corre por toda a Região continuará a defender oaproveitamento integral das unidades de saúde, com serviços de qualidade eproximidade, reivindicando que URGÊNCIA, MEDICINA INTERNA, PEDIATRIA e CIRURGIADO AMBULATÓRIO devem existir nas três unidades do CHMT.
6.
A CUSMT sempre achou que o que estábem deve ser multiplicado e o que está mal deve ser corrigido. Por isso, apoiaa criação de novos serviços e a dinamização dos existentes, até à excelência.Mas defende acerrimamente a qualidade e proximidade e o equilíbrio regional nadistribuição de valências.
7.
Atendendo a que a vida das organizações,como o CHMT, e os seus processos de reorganização são dinâmicos, comoreconheceu o CA nas considerações que fez à proposta de organização dosserviços de saúde apresentada pela CUSMT, foi referido na reunião que perantenovas realidades e novos dados tem de se admitir que tacticamente se adoptemalterações às medidas já tomadas ou pensadas.
8.
Defendeu ainda a CUSMT, com aconcordância do CA, que é uma exigência para melhorar a eficácia e eficiênciada organização dos cuidados de saúde na Região, o reforçar da articulação comos Cuidados Primários e os Cuidados Continuados. Continua como espectável apossibilidade de ser criada uma unidade de cuidados continuados, no âmbito doCHMT.
9.
O CA do CHMT reafirmou que não foiouvido no âmbito da proposta de Carta Hospitalar da ERS e disse que espera/temde ser ouvido nas medidas da Reforma e Carta Hospitalar que venha a seradoptada.
10.
Os contactos e reuniões regularesentre a Comissão de Utentes e o CA do CHMT continuarão até que esteja instaladoo Conselho Consultivo, facto que não se sabe quando acontecerá.
A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo
Médio Tejo, 29.6.2012

publicado por usmt às 15:02

Comissão de Utentes do Concelho de Benavente


Comissão de Utentes do Concelho de Benavente

Benavente, 29 de Junho de 2012
Informação às Populações
O funcionamento do SAP (urgências) de Benavente e da Extensão de Saúde do Porto Alto ficam mais uma vez em suspense até ao fim dos contratos que acabaram de ser renegociados.
Novamente a acção despoletada pela Comissão de Utentes do Concelho de Benavente (CUCB), informando os Órgãos de Soberania, as Autarquias, as populações e a comunicação social resultou na renovação dos contratos que caducam no dia 30 de Junho.
Soubemos através de uma informação telefónica do senhor Presidente da Câmara Municipal de Benavente que tinham sido renovados os contratos para guarnecer o SAP de Benavente, a Extensão de Saúde do Porto Alto (esta com 10horas/semana) e de 70 horas semanais com duas enfermeiras para completarem o quadro do Centro de Saúde de Benavente.
Relativamente à renovação do contrato com uma empresa de trabalhos temporários de 70 horas/semana para o serviço de enfermagem, sabemos que os valores oferecidos pela empresa são tão baixos que as actuais duas enfermeiras nessa situação se recusaram a aceitar, pelo que, se essa empresa conseguir contratar algum profissional de enfermagem ao preço/hora que oferece, apresentar-se-ão na 2ª feira para iniciarem um serviço que desconhecem o que acarretará, pelo menos, diminuição da qualidade deste importante serviço de saúde familiar.
Outra situação que nos causa muita preocupação é o facto de não se conseguir acesso ao contrato de Parceria Público Privado entre a ex-ministra Ana Jorge e o grupo Mello Saúde para a gestão do H.V.F.Xira e a construção do novo hospital. Contrato do Estado, em nome do Povo e com dinheiro público não devem ser opacos, mas transparentes como o Código do Procedimento Administrativo impõe.
Mantém-se a preocupação com a falta de funcionários administrativos.
Por tudo isto, e dada a degradação contínua dos Serviços Públicos no Concelho de Benavente, faz todo o sentido apelar à mobilização para a
iniciativa de protesto e em defesa destes serviços, convocada para dia 14 de Julho em Santo Estêvão. Lá como em qualquer lugar do concelho, os Serviços Públicos estipulados na Constituição defendem-se lutando, sem baixar os braços.
A SAÚDE É UM DIREITO, NÃO É UM NEGÓCIO!

todas as lutas contam (300)-Utentes da A29 acusam Governo de se "fechar em copas" quanto à ilegalidade da medida

Portagens: Utentes da A29 acusam Governo de se "fechar em copas" quanto à ilegalidade da medida
Isenções nas antigas SCUT prolongadas por mais três meses
Ovar, 27 jun (Lusa) - Os Utentes da A29, autoestrada em que podem terminar no sábado os descontos e isenções no pagamento de portagens, lamenta que o Governo esteja silencioso quanto a essa medida, fechando-se "em copas" sobre a recomendação comunitária que poderia evitá-la.
Nuno Vieira é o porta-voz dos utentes da ex-SCUT que liga Aveiro ao Porto e declarou à Lusa: "O nosso medo é que este silêncio queira dizer que a medida já está tomada há muito tempo. Afinal, não é por acaso que a Câmara de Aveiro fez queixa à Comissão Europeia sobre a questão da discriminação nas portagens e depois nunca se chegou a conhecer por inteiro a recomendação que de lá veio".
Para Nuno Vieira, o processo iniciado pela autarquia de Aveiro permitiu demonstrar que "as portagens nas ex-SCUT são ilegais", por violarem o princípio da liberdade de circulação e o da não-discriminação em razão da nacionalidade, mas "nunca se chegou a perceber muito bem quais eram as conclusões da Comissão Europeia".
Esse responsável realça, aliás, o seguinte: "A queixa foi apresentada quando o Governo era socialista e a Câmara de Aveiro não se importava de ser do contra. Agora, que tanto a Câmara como o Governo são PSD, já pedimos para ler a recomendação toda, mas eles fecham-se em copas e não nos mostram nada".
"O mais provável", conclui o porta-voz da Comissão de Utentes da A29, "é que agora o Governo vá acabar com os descontos e isenções com base precisamente nesse argumento da discriminação".
Nuno Vieira defende, apesar disso, que "não é por desaparecer a isenção de 10 portagens que se vai alterar grande coisa".
"Isso é só um acréscimo pequeno a uma situação que já era má desde o início", explica. "As pessoas já evitavam essas autoestradas sempre que possível, recorrendo o mais que podiam às pseudo-alternativas. Agora, ao escolherem o caminho por onde hão de ir, em vez de pensarem duas vezes, vão é pensar três ou quatro".
AYC.
Lusa/Fim

todas as lutas contam(209)-Utentes da A23, A24 e A25 reclamam fim da cobrança porque "interior não pode viver de esmolas"

Portagens

Utentes da A23, A24 e A25 reclamam fim da cobrança porque "interior não pode viver de esmolas"


Em declarações à Lusa, o porta-voz da comissão, Francisco Almeida, considera que "toda a perspetiva do governo nesta matéria está errada, como o prova esta decisão" de prolongar as isenções parciais para os concelhos serviços pelas antigas vias Sem Custos para o Utilizador (SCUT): "se as isenções fazem sentido para serem prolongadas, é porque as portagens em si são um erro".
"Não podemos aceitar que esta região, estes distritos, vivam de esmolas. E isto é o que é: uma esmola. Quando é já mais que claro que as portagens estão a contribuir para o desemprego e são um golpe tremendo na economia da região mas também do país", apontou.
@ Agência Lusa

Todas as Lutas contam(208)Via do Infante: utentes dizem que alargamento das isenções é ilegal

Via do Infante: utentes dizem que alargamento das isenções é ilegal

Via do Infante: utentes dizem que alargamento das isenções é ilegal
Dizem que mantém a discriminação a quem não beneficia delas
A Comissão de Utentes da Via do Infante (A22) classificou esta sexta-feira de ilegal o alargamento das isenções parciais de portagens nas antigas SCUT por mais três meses, porque mantém a discriminação a quem não beneficia delas.

João Vasconcelos, dirigente da Comissão de Utentes, disse à Lusa que o alargamento das isenções mantém a discriminação de cidadãos espanhóis e de outras zonas do país relativamente aos residentes no Algarve, «contrariamente a uma recomendação feita em março pela Comissão Europeia, que advertiu sobre a ilegalidade da medida».

«O alargamento é ilegal, porque as isenções discriminam, por exemplo, os espanhóis, mas também os portugueses de outras regiões, como o Alentejo ou Lisboa, que não podem beneficiar delas», afirmou João Vasconcelos, para quem a decisão do Governo «não resolve nada do problema de fundo que existe no Algarve».

O responsável da comissão de utentes disse que se trata de «um paliativo» para uma população que, desde a introdução de portagens, a 08 de dezembro passado, viu o «desemprego aumentar e um número considerável de empresas fechar».
In (Agência Financeira)

O dirigente da Comissão frisou que o verão vai começar agora e a população do Algarve vai «quase que triplicar, piorando ainda mais» as condições de circulação na Estrada Nacional (EN) 125, onde «vão haver mais acidentes e mortes», porque esta via «não é uma alternativa» à A22.

«Isto não resolve o problema e o Governo mantém a mesma política, que tem tido consequências catastróficas para o Algarve e para a sua população», afirmou João Vasconcelos.

A mesma fonte criticou o Governo e o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, por «ter prometido» um estudo de impacto social e económico da introdução de portagens e este «ainda não ter sido feito».

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Saúde Mental alerta para 'escasso número' de psiquiatras de infância

Saúde Mental alerta para 'escasso número' de psiquiatras de infância


27 de Junho, 2012
O Programa Nacional para a Saúde Mental (PNSM) alerta para o «escasso número» de psiquiatras da infância e da adolescência e considera «prioritária» a abertura anual de um mínimo de 13 a 15 vagas nos próximos seis anos.
A Direcção-geral da Saúde (DGS) colocou em consulta pública (contributos.programas@dgs.pt), até 9 de Julho, o PNSM 2007/2016, um documento estratégico que define as metas e os objectivos a atingir nesta área.
Dados da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente referem que uma em cada cinco crianças apresenta evidência de problemas mentais, proporção que tende a aumentar, registando-se que entre as referenciadas apenas um quinto recebe tratamento adequado.
Estimativas da Rede de Referenciação Hospitalar de Psiquiatria da Infância e da Adolescência referem que há um «escasso número» destes especialistas, uma situação que irá agravar-se com «o elevado número de saídas previsíveis por motivos de reforma».
O PNSM considera também «prioritário» rever o actual modelo contratual dos novos hospitais em regime de parcerias público-privadas (PPP), a nível de prestação de cuidados de psiquiatria e saúde mental, centrado exclusivamente em actividade intra-hospitalar (episódio de internamento, consulta externa, sessão de hospital de dia).
Este modelo «não permite configurar uma resposta assente no desenvolvimento de cuidados de proximidade, em contexto comunitário», refere o documento.
Dados preliminares do primeiro estudo epidemiológico nacional sobre prevalência de perturbações psiquiátricas apontam para 22,9% de prevalência anual, registando-se 6,3% de situações graves.
«Em Portugal existe uma das mais elevadas prevalências de doenças mentais da Europa e uma percentagem importante das pessoas com doenças mentais graves permanece sem acesso a cuidados de saúde mental», alerta o documento.
Uma das metas traçadas no programa é reduzir, até 2016, o impacto da doença mental, traduzido no crescimento máximo até 5% do número de episódios de urgência.
Outra das metas é reduzir o número de doentes institucionalizados em hospitais públicos em, pelo menos, 80%.
A crise financeira também é abordada no documento, frisando que «é plausível a ocorrência de um aumento da prevalência de algumas doenças mentais» e uma subida da taxa de suicídio em alguns sectores da população.
«Se o investimento no desenvolvimento dos serviços comunitários para doentes mentais graves já era uma prioridade antes da crise, é-o ainda mais agora», alerta.
Apesar de todas as dificuldades decorrentes da situação de crise, o plano afirma que já conseguiu «progressos significativos»: «o número de doentes institucionalizados em hospitais psiquiátricos diminuiu 40%» e «encerrou-se com sucesso o mais antigo hospital psiquiátrico do país [Miguel Bombarda]».
Para os autores do programa, os constrangimentos económicos actuais constituem também «uma oportunidade para se proceder a reformas importantes, até agora de difícil implementação, tais como a adopção de guidelines para a prescrição racional de psicofármacos e o envolvimento de profissionais não-médicos em programas terapêuticos».
Lusa/SOL


SNS enviou 60 doentes com cancro para o estrangeiro por falta de recursos

SNS enviou 60 doentes com cancro para o estrangeiro por falta de recursos
27 de Junho, 2012
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) enviou, em 2011, 60 doentes oncológicos para o estrangeiro por inexistência de recursos técnicos e tecnológicos em Portugal, segundo o Programa Nacional para as Doenças Oncológicas, que está em consulta pública.
Em 2010 foram enviados para o estrangeiro 53 doentes, o que representou para o SNS um custo estimado em cerca de 1,2 milhões de euros, refere o programa da Direcção-Geral da Saúde, que conta com o apoio financeiro correspondente a 0,8 por cento dos resultados líquidos dos jogos sociais.
«Embora estes números sejam reduzidos a análise criteriosa dos casos e eventual centralização do acompanhamento destes doentes tem algum potencial de redução desta despesa, sem perda de qualidade de cuidados», defende o documento, em consulta pública até 9 de Julho.
Uma das metas traçadas no plano é aumentar, até 2016, a taxa de cobertura total dos rastreios oncológicos (mama, colo útero), garantindo mais de 60 por cento de cobertura em todo o país.
«Os rastreios de base populacional em Portugal têm progredido de uma forma mais lenta do que o desejável. A sua dinâmica tem sido muito regional e portanto muito variável, causando iniquidades no acesso, em termos geográficos, nomeadamente no rastreio do cancro da mama, colo do útero e o do cólon e recto», salienta.
O documento refere que «esta variabilidade é de grande magnitude», que vai desde uma taxa de cobertura quase total para os cancros da mama e do colo do útero na Região Centro à quase inexistência na Região de Lisboa e Vale do Tejo.
«Esta desigualdade de acesso tem uma maior repercussão nas populações mais desfavorecidas, por terem menos acesso a rastreios oportunistas», sublinha.
Segundo o programa, a «grande limitação» dos programas de rastreio é «a falta de articulação com os registos oncológicos e a inexistência de programas de controlo de qualidade nacionais, que permitam aferir os ganhos em saúde para as populações».
Defende a necessidade de se reconhecer e identificar centros de referência com elevada diferenciação que coordenem centros de tratamento satélite, menos diferenciados de forma a assegurarem uma rede de proximidade em relação às neoplasias mais comuns.
«A rede de referenciação em oncologia tem de se tornar efectiva, de molde a oferecermos aos nossos doentes os melhores cuidados disponíveis e a permitir a melhor rentabilização dos recursos disponíveis», acrescenta.
Os institutos portugueses de oncologia continuarão a ser centros de referência neste processo e o eixo de articulação do sistema.
Até ao final do ano tem de ficar concluído o levantamento actual das unidades de oncologia em Portugal: quem faz o quê, como, onde e em que condições.
O cancro é a principal causa de morte antes dos 70 anos e, no conjunto das causas de mortalidade em todas as idades, ocupa o segundo lugar depois das doenças cérebro-cardiovasculares.
Este ano estima-se que morrerão por cancro 25000 portugueses. Muitas destas mortes seriam evitáveis através de medidas de prevenção primária (como diminuição à exposição ao tabagismo) e de prevenção secundária (diagnóstico precoce em rastreios)
Lusa/SOL
Quarta-feira, 27 de Junho de 2012
Quinta-feira, reunião da CUSMT com CA do CHMT
Solicitada pela Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo realiza-se dia 28 de Junho, pelas 15 horas, na Unidade de Torres Novas, uma reunião entre esta Comissão de Utentes e o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

Todas as lutas contam(207)-Mais de 130 voos da TAP afectados no primeiro dia de greve da NAV

A seguir vão parar os pilotos, a partir de 5 de Julho

Mais de 130 voos da TAP afectados no primeiro dia de greve da NAV

27.06.2012 - 08:25 Por Raquel Almeida Correia
  • <p>Dos 133 voos afectados, haverá 122 cancelamentos</p>
Dos 133 voos afectados, haverá 122 cancelamentos
(Raquel Esperança)
A companhia de aviação publicou a lista de frequências que vão sofrer impactos já a partir de quinta-feira. Haverá 122 cancelamentos e cerca de 31 mil passageiros afectados por dia.
De acordo com informações publicadas no site da TAP, os constrangimentos causados pela paralisação dos trabalhadores da NAV, que começa sexta-feira e se estende até 3 de Julho, vão começar a sentir-se já a partir de quinta-feira, com o cancelamento de quatro voos e a reprogramação de outros 11, que foram antecipados para horas em que não há greve.

Para sexta-feira, dia em que começa a terceira vaga de protestos na NAV este ano, o cenário piora significativamente. A listagem da transportadora aérea estatal refere um total de 118 cancelamentos de ligações, maioritariamente entre Lisboa e várias cidades europeias.

A greve na NAV, que causa fortes constrangimentos pelos factos de incluir os controladores aéreos que gerem o tráfego que entra e sai do país, vai incidir sobre dez horas de cada um dos cinco dias de paralisação. Nos dias 29 e 30 de Junho, ocorrerá entre as 6h e as 12h e entre as 18h e as 22h. Já nos dias 1, 2 e 3 de Julho, acontecerá entre as 6h e as 12h e entre as 17h e as 22h.

Tendo em conta a dispersão horária destes protestos, a TAP foi mesmo obrigada a suprimir grande parte dos voos, apesar de ainda ter conseguido reprogramar uma fatia reduzida da operação. E, quando terminar esta greve, terá de enfrentar a contestação dos pilotos, que entregaram um pré-aviso de nove dias (5 a 8 de Julho e 1 a 5 de Agosto).

Estes trabalhadores exigem a demissão do director de operações de voo e do piloto chefe da empresa e ainda a eliminação das faltas injustificadas e das sanções aplicadas na sequência de "interpretações unilaterais do acordo de empresa por parte da administração", acusam, naquele documento
saiba mais In (Público)

Todas as lutas contam(206)-Taxistas vão protestar em Lisboa contra "liberalização do sector

Marcha lenta

Taxistas vão protestar em Lisboa contra "liberalização do sector"

26.06.2012 - 14:35 Por Lusa

Taxistas vão organizar uma marcha lenta de protesto na próxima segunda-feira
Taxistas vão organizar uma marcha lenta de protesto na próxima segunda-feira
 (Foto: Marilyne Marques)
A Associação Nacional dos Transportes Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) anunciou nesta terça-feira que vai organizar na segunda-feira uma marcha lenta de táxis em Lisboa, em protesto contra o que considera ser a "liberalização do sector".

O descontentamento dos taxistas deve-se a questões como a “ilegalidade dos táxis para transporte de deficientes ou o aumento de tarifas”, disse o presidente da ANTRAL, Florêncio Almeida, numa conferência de imprensa na capital.

“Nos últimos dois anos, a tarifa dos transportes públicos aumentou pelo menos quatro vezes, mas isso não se verificou nos táxis e os custos têm aumentado”, argumentou o responsável.

Relativamente ao transporte de doentes não urgentes, o presidente da ANTRAL criticou a portaria do Ministério de Saúde publicada em Maio, que retira a exclusividade deste serviço às ambulâncias e aos táxis.

Este serviço passou a ser permitido a veículos até nove lugares, bastando para isso ter duas placas identificadoras e o seu motorista possuir um curso de suporte básico de vida.

“Tratou-se de uma liberalização do sector que foi feita de forma encapotada. Não se pode tolerar que venham viaturas fazer este serviço com identificações amovíveis e não fixas. Não vamos aceitar isto de ânimo leve”, sublinhou.

A formação dos taxistas e o transporte de crianças são outras questões que a ANTRAL quer ver “resolvidas com urgência”.

“Demos um prazo ao Governo até dia 25 [ontem]. Como não obtivemos resposta, decidimos convocar uma concentração de táxis, vindos de todo o país, para a próxima segunda-feira”, justificou Florêncio de Almeida.

A concentração dos taxistas está marcada para as 10h, junto ao parque norte do Parque das Nações, partindo daí em marcha lenta até à residência oficial do primeiro-ministro, fazendo uma paragem em frente ao Ministério da Saúde.

A ANTRAL referiu ainda que são esperados cerca de 2000 táxis e que durante o protesto poderão existir condicionamentos no trânsito.

Todas as lutas cotam(205)-Região Oeste prepara marcha em defesa dos hospitais

Saúde

Região Oeste prepara marcha em defesa dos hospitais

por LusaHoje
As populações de Torres Vedras, Peniche e Caldas da Rainha vão unir-se, no dia 07 de julho, numa marcha simultânea nas três cidades em defesa dos respetivos hospitais, numa iniciativa da Plataforma Oestina das Comissões de Utentes da Saúde.
"Queremos mobilizar o maior número de pessoas, porque existe uma preocupação comum a todo o Oeste de que a reorganização e da fusão [dos hospitais] não resulte em diminuição do acesso aos cuidados de saúde", disse à agência Lusa António Curado, da comissão de utentes das Caldas da Rainha e da Plataforma Oestina das Comissões de Utentes de Saúde.
A iniciativa, agendada para as 21:00 de 07 de julho, sábado, vai decorrer em simultâneo nas três cidades cujos hospitais a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) pretende fundir num centro hospitalar único para todo o Oeste.
A fusão tem sido contestada pelas populações e movimentos cívicos, que se opõem ao encerramento de valências nos respetivos hospitais.
Num folheto que está a ser distribuído aos habitantes, a Plataforma considera que "a situação que se vive na região Oeste é alarmante" e que é necessário "parar imediatamente com o esvaziamento de condições de funcionamento a que têm sido sujeitas as diferentes unidades hospitalares".
As preocupações da Plataforma aumentaram depois de a ARSLVT ter revelado, no dia 12 de junho, que remeteu ao Ministério da Saúde a proposta definitiva da reforma hospitalar da região Oeste, datada de maio deste ano, "sem que tenham sido ouvidas as comissões ou as autarquias", disse António Curado.
O secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, assegurou, em março, que nenhuma decisão seria tomada sem ouvir os municípios.
"Não queremos particularizar as questões de um ou outro concelho, porque se trata de um problema transversal, e pretendemos ser ouvidos na procura de uma solução global", explicou António Curado.
Segundo a ARSLVT, a proposta aponta para a concentração do serviço de cirurgia no hospital de Torres Vedras, devendo Torres Vedras e Caldas da Rainha assegurar a cirurgia de ambulatório.
A pediatria deverá manter-se em Torres Vedras e Caldas da Rainha, enquanto a maternidade e a urgência médico-cirúrgica funcionará nesta última cidade. A decisão de encerrar a urgência básica de Peniche é remetida para a futura administração hospitalar.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Todas as lutas contam (204)-Transportes: Movimento de Utentes do Porto diz que dinheiro das multas não deve ir para o Estado

Transportes: Movimento de Utentes do Porto diz que dinheiro das multas não deve ir para o Estado
Porto, 26 jun (Lusa) -- O Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto (AMP) critica a passagem para o Fisco da cobrança de multas a quem viaje sem bilhete, considerando que o dinheiro não deve ir para os cofres do Estado.
"Lamentamos que haja pessoas que prejudiquem os passageiros que paguem, mas passar o dinheiro das empresas para os cofres do Estado não é o caminho", defendeu Carlos Pinto, do Movimento de Utentes da AMP, em declarações à Lusa.
Os ministérios da Economia e das Finanças estão a negociar a passagem para o Fisco da cobrança das multas aos utentes dos transportes que viajem sem bilhete, disse hoje à agência Lusa fonte do ministério da Economia.
De acordo com a mesma fonte, a intenção é reduzir as fraudes e a falta de pagamentos, seguindo um caminho já adotado nos casos das multas relativas às taxas moderadoras e às portagens.
"As empresas de transporte é que têm de garantir os meios de fiscalização e as multas deviam reverter a favor das empresas. Assim, passarão diretamente para o Estado", criticou Carlos Pinto.
Para o responsável, "esta é mais uma forma de ir ao bolso dos clientes para sustentar a obsessão do Estado no combate ao défice".
"Isto é ir ao bolso das pessoas para subsidiar as políticas do Estado", lamenta.
Carlos Pinto alerta que atualmente existem "agentes de fiscalização que, na verdade, não o são", por não estarem "habilitados a desempenhar tais funções".
"Nas empresas de transportes do Porto, quem fiscaliza são seguranças com uma credencial para exercer a fiscalização", observa.
O responsável chama ainda a atenção para "clientes que são autuados por se esquecerem de validar o passe pré-pago, mesmo na posse do recibo de carregamento".
"Ainda no outro dia assisti a uma situação destas. A pessoa pagou o passe para o mês todo, tem o recibo de carregamento consigo e é multada por se ter esquecido de validar o bilhete. Estas situações não podem continuar. São excessivas e arbitrárias", afirma.
A notícia da passagem para o Fisco da cobrança das multas aos utentes dos transportes que viajem sem bilhete, avançada na edição de hoje do Diário Económico, foi confirmada à Lusa pela fonte do ministério da Economia, que sublinhou estarem ainda a ser feitos contactos entre os responsáveis.
Segundo a fonte, tem-se registado um aumento das fraudes e do não pagamento de bilhetes para viajar em transportes públicos, sendo que "o IMTT [Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres] é um organismo regulador", sem vocação natural para ser cobrador dívidas.
O Diário Económico adianta que os dados do IMTT indicam que o número de multas passadas tem vindo a diminuir, mas que as empresas de transportes apresentam um aumento das taxas de fraude.
"As pessoas que não pagam [as multas] estão a fazer aumentar o preço às outras pessoas", referiu a fonte do ministério da Economia, lembrando que, atualmente, a empresa transportadora que cobrar a multa fica com 40 por cento do valor, sendo os restantes 60 por cento transferidos para o Estado.
ACG/(PMC).
Lusa/fim

Abaixo- assinado, já conta com mais de 16 400 assinaturas

Terça-feira, 26 de Junho de 2012
Sobre o abaixo assinado
PELA NOSSA SAÚDE!
Mais de 16 400 utentes
assinaram o documento
“PELA NOSSA SAÚDE!”.
Nos últimos dias continuou a haver distribuição de documentos para a recolha de assinaturas, nomeadamente nos concelhos de Abrantes, Mação, Ourém e Alcanena.
Dos relatos que nos chegam verifica-se que as populações estão muito apreensivas quanto ao futuro da prestação de cuidados de saúde na Região. A\recolha de assinaturas está a decorrer com a normalidade habitual, registando-se apenas dois incidentes, por sinal, em unidades de saúde.

CHMT: utentes já podem fazer análises clínicas em qualquer um dos três hospitais

Apoiamos a articulação de serviços dos vários níveis de cuidados de saúde
CHMT: utentes já podem fazer análises clínicas em qualquer um dos três hospitais
O Centro Hospitalar do Médio Tejo iniciou na passada semana uma nova fase da atividade do seu Laboratório de Análises Clínicas e, a partir de agora, pode ser feita a colheita de sangue e outros produtos biológicos para análise a todas as pessoas que necessitarem, independentemente de terem requisições provenientes do CHMT ou do Centro de Saúde.
A informação é expressa pela Administração do Centro Hospitalar em nota à imprensa. No documento explica-se que «fica assim resolvida uma situação que se arrastava desde a criação do CHMT». Ou seja, qualquer utente pode agora dirigir-se ao Laboratório de qualquer um dos hospitais Tomar, Abrantes e Torres Novas entregando aí as suas requisições para efectuar análises.
Os resultados serão posteriormente enviados para casa do utente explica ainda a Administração do centro Hospitalar que remete para no futuro «a possibilidade de ampliar a colaboração com os Cuidados Primários de
Saúde, passando, no futuro, inclusivamente, a fazer-se as colheitas nos Centros de Saúde.

Todas as lutas contam (203)-Junta da Trafaria contra encerramento dos CTT

Junta da Trafaria contra encerramento dos CTT

 
CTT_Trafaria
A Junta de Freguesia da Trafaria fez saber que, perante um cenário de encerramento da estação dos CTT naquela localidade, “não concorda com a decisão desta entidade”. Para o Executivo da Junta, trata-se de uma decisão “com o intuito de reduzir custos, em detrimento do serviço público que presta às populações”. Em comunicado, a...

A Junta de Freguesia da Trafaria fez saber que, perante um cenário de encerramento da estação dos CTT naquela localidade, “não concorda com a decisão desta entidade”.
Para o Executivo da Junta, trata-se de uma decisão “com o intuito de reduzir custos, em detrimento do serviço público que presta às populações”.
Em comunicado, a Junta de Freguesia da Trafaria revela que “perante os possíveis cenários de encerramento ou entrega a privados, em que a experiência é a desistência dos mesmos após verificação da insuficiência de lucro, a Junta pondera a aceitação da prestação do respectivo serviço à população”.
Mas ressalva que apenas asumirá este serviço porque entende “ser estritamente necessário à população local, assumindo competência” que não é a da Junta de Freguesia.
Artigo original no “Caparica News”.

Em três anos há menos 23 mil professores no quadro, mas a contrato são mais 20 mil

Cortes na Educação

Em três anos há menos 23 mil professores no quadro, mas a contrato são mais 20 mil

26.06.2012 - 13:04 Por Clara Viana
Dados do ministério revelam que de 2009/10 para 2010/11 desapareceram do quadro mais de 19 mil docentes
Dados do ministério revelam que de 2009/10 para 2010/11 desapareceram do quadro mais de 19 mil docentes (Foto: Adriano Miranda)
O ensino não superior perdeu, em três anos, 23.030 professores que pertenciam ao quadro, segundo confirmam as últimas estatísticas da educação ontem divulgadas.

O relatório da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência respeitante ao ano lectivo 2010/2011, o último que tem dados conhecidos, dá conta de que no ano lectivo passado o número de docentes do ensino público (pré-escolar, básico e secundário) que estavam no quadro rondava os 97 mil. No ano lectivo de 2008/09 eram 119.776.

Só do ano lectivo de 2009/10 para 2010/11 desapareceram do quadro mais de 19 mil docentes. Desde 2008 tem sido notícia o número de reformas antecipadas dos professores do ensino não superior. Nesse ano, beneficiando de condições para a reforma antecipada mais favoráveis e, segundo os sindicatos, por recusa das políticas da ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues reformaram-se mais de cinco mil docentes do ensino básico e secundário.

Entre reformas por limite de idade e saídas antecipadas, os números da Caixa Geral de Aposentações dão conta de menos cerca de 6500 docentes no activo entre 2010 e 2011, um número que fica muito aquém do fosso revelado pelos dados ontem divulgados. Para o balanço de reformados da CGA não contam os 2022 educadores de infância. Este é o grupo mais envelhecido.

Professores precários

A saída de professores do quadro foi acompanhada por um aumento do número de docentes contratados. Por comparação a 2008/09 existiam em 2010/11 mais 19.759 contratados nas escolas portuguesas. Para Mário Nogueira, da Federação Nacional de Professores, este movimento veio confirmar que se assistiu a uma "precarização" da função docente.

"Trata-se de uma opção concertada iniciada em 2006, com Maria de Lurdes Rodrigues, com o objectivo de reduzir o número de professores do quadro", denuncia em declarações ao PÚBLICO. Até essa data, os concursos para substituição de professores do quadro realizavam-se anualmente. A partir daí, por decisão da ex-ministra da Educação, a sua periodicidade passou a ser de quatro em quatro anos. O resultado, segundo Mário Nogueira, está à vista: os docentes do quadro passaram a ser substituídos por professores com contratos anuais.

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, já indicou que, no próximo ano lectivo, só serão contratados os "estritamente necessários", mas não avançou números. "Em média, por escola, vai assistir-se a uma redução de 20% dos horários que estas tinham disponíveis", prevê Mário Nogueira. "No conjunto, com mais mega-agrupamentos, mais alunos por turma, a revisão curricular e as novas regras de organização do ano lectivo serão cerca de menos 26 mil horários para docentes", aponta.

Aumento das reformas antecipadas

O último boletim de execução orçamental, divulgado na semana passada pela Direcção-Geral do Orçamento, destaca que, por comparação a 2011, a despesa com a função pública diminuiu 7,2%, destacando para esse fim o contributo do Ministério da Educação e Ciência, "devido à redução de efectivos das escolas de ensino não superior". Segundo o Ministério das Finanças, esta redução não é devida ainda aos cortes de subsídios de férias e de Natal. Uma das hipóteses avançadas tem que ver com o aumento das reformas antecipadas.

Durante o mandato de Isabel Alçada, o Ministério da Educação tinha previsto, em sede de orçamento, a redução de cinco mil docentes no ano lectivo 2010/11 por via da fusão de agrupamentos e do encerramento das escolas do 1.º ciclo.

Centro Hospitalar de Viseu vai abrir concursos para a colocação de 56 médicos

Centro Hospitalar de Viseu vai abrir concursos para a colocação de 56 médicos
D.R.
O Centro Hospitalar ViseuTondela (CHVT) vai abrir concurso para a colocação de 56 médicos para 27 especialidades, disse na terça-feira à agência Lusa fonte hospitalar.

Os 56 médicos, depois de decorrer o concurso para colmatar as vagas, vão trabalhar nas duas unidades hospitalares que compõem o CHVT, explicou Luís Viegas, relações públicas do centro.
“Como os recursos humanos são comuns aos dois hospitais (de Viseu e Tondela), os médicos podem trabalhar em ambos”, disse.

Este concurso para preencher vagas no CHVT, segundo Luís Viegas, “responde às necessidades sentidas” no funcionamento do centro e surge de uma iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde para diversos hospitais do país.

A saída de médicos para a reforma é, segundo o responsável pelas relações públicas do CHVT, a “principal razão para as falhas que agora estão a ser colmatadas”.

Todas as Lutas contam(202)-Advogados de Valpaços suspendem atividade em protesto por fecho do tribunal

Advogados de Valpaços suspendem atividade em protesto por fecho do tribunal.


Os 12 advogados da Comarca de Valpaços suspenderam hoje, por tempo indeterminado, a atividade no tribunal local, como forma de proposto pela proposta do seu encerramento, uma "decisão errada" do Governo.

"Os advogados vão pedir o adiamento de todas as diligências no Tribunal de Valpaços, salvo as situações urgentes, que envolvam detidos e casos de violência doméstica ou menores", anunciou hoje à Lusa o representante da Ordem dos Advogados de Valpaços, Coelho Marques.
Esta tomada de posição, esclareceu, é uma manifestação contra a decisão "errada" do Ministério da Justiça de encerrar o tribunal local.
@ Agência Lusa

Doentes esperam cada vez mais tempo por consultas nos hospitais

Relatório sobre acesso a cuidados de saúde em 2011

Doentes esperam cada vez mais tempo por consultas nos hospitais

26.06.2012 - 14:16 Por Alexandra Campos

Foi nas cirurgias mais urgentes que a capacidade de resposta dos hospitais públicos piorou de forma mais acentuada
Foi nas cirurgias mais urgentes que a capacidade de resposta dos hospitais públicos piorou de forma mais acentuada (Foto: PÚBLICO)
Em apenas um ano, a percentagem de hospitais públicos que não consegue cumprir os prazos legais para atender os doentes nas primeiras consultas de especialidade aumentou substancialmente.

O problema reflecte-se com especial acuidade nas consultas muito prioritárias: apenas um terço dos hospitais do SNS conseguiu dar resposta no prazo máximo de 30 dias em 2011, quando no ano anterior a percentagem dos cumpridores ascendia a 84%.

Incluídos no Relatório Anual sobre o Acesso a Cuidados de Saúde de 2011 hoje divulgado, os dados provam que o acesso dos cidadãos ao SNS está mais demorado, de uma forma generalizada. Apesar de o total de consultas hospitalares ter aumentado 3% no ano passado, o agravamento do incumprimento dos prazos previstos na lei verificou-se também nas consultas prioritárias (resposta entre 31 a 60 dias): em 2011, apenas 44% dos hospitais conseguiu atender os doentes dentro destes limites, enquanto no ano anterior isso aconteceu com 84%. Até na prioridade dita "normal" (resposta até 150 dias) se verificou uma regressão (de 85% de cumpridores passou-se para 65%).

O mesmo aconteceu com as cirurgias programadas, com a mediana de tempo de espera para uma operação passar de três meses para 3,3 meses, de 2010 para 2011, invertendo uma tendência de melhoria que se registava há anos.O mais preocupante é que foi justamente nas cirurgias mais urgentes que a capacidade de resposta dos hospitais públicos piorou de forma mais acentuada. Se em 2010 havia 40 hospitais a operar os doentes mais prioritários no prazo estipulado (até 72 horas), no ano passado eram já só 32 os que o conseguiam fazê-lo. Também nas cirurgias com necessidade de resposta até 15 dias, os cumpridores diminuiram, passando de 46 para 36.

Como notas positivas, o relatório destaca o aumento de 4% das consultas nos cuidados de saúde primários em 2011 (apesar de se ter agravado também o tempo de resposta) e o crescimento de 42% na referenciação de utentes dos centros de saúde para as unidades de cuidados continuados.

Médicos cubanos deixam Alpiarça sem substitutos

Sociedade25 Jun 2012, 15:12h
Médicos cubanos deixam Alpiarça sem substitutos


Os dois médicos cubanos que estavam a dar consultas no Centro de Saúde de Alpiarça vão regressar ao seu país durante esta semana deixando cerca de quatro mil utentes sem médico de família. Uma situação que está a provocar o descontentamento da população e da autarquia que expressaram esse sentimento na última sessão da assembleia municipal realizada na noite de sexta-feira, 22 de Junho, na sede da Associação Cultural e Recreativa do Frade de Cima.

Elisabete Relvas, da Comissão de Utentes de Alpiarça, referiu que há alguns meses reuniram com a directora do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Lezíria, Dr ª Luísa Portugal, que lhes garantiu a permanência destes dois médicos até à vinda de outros.

Uma informação confirmada pela presidente da autarquia. Mário Pereira (CDU) informou que reuniu com Luísa Portugal e com o chefe de gabinete do secretário de Estado da Saúde, onde lhes foi garantido que a saída destes dois médicos cubanos "só aconteceria" quando viessem outros dois médicos.
O autarca refere que "oficialmente" o problema não existe uma vez que só sabem da situação porque os médicos os informaram. "Desde 6 de Junho que temos insistido junto do ACES para resolver a situação mas até agora ainda não conseguimos", afirma o autarca.

A directora do ACES, Luísa Portugal, confirma a saída dos médicos e que está prevista a sua substituição, mas ainda não sabe quando pois esse processo é conduzido pelo Ministério da Saúde.
Entretanto a bancada da CDU na assembleia municipal apresentou uma moção onde manifesta o seu descontentamento pela falta de médicos no concelho de Alpiarça. A moção, que foi aprovada por unanimidade, reclamar junto do Ministério da Saúde medidas urgentes e empenho no respeito pela concretização do direito à saúde.

"Temos que manifestar a nossa preocupação a todos os responsáveis pela política e administração deste sector pelo abandono a que as questões dos cuidados de saúde dos nossos munícipes estão sujeitos", referem os elementos da bancada comunista acrescentando que é necessário colocar médicos nos serviços de saúde do concelho de Alpiarça o mais breve possível e diminuir os preços das taxas moderadoras e medicamentos para as pessoas que não os conseguem suportar.

O líder da bancada do Partido Socialista, Fernando Ramalho, referiu que concorda com o teor da moção, embora o conteúdo seja "panfletário".
In(Mirante)

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Associação questiona legalidade do projecto da Loja do Cidadão de Rio Maior

Associação questiona legalidade do projecto da Loja do Cidadão de Rio Maior


A EICEL 1920 - Associação Para a Defesa do Património Mineiro, Industrial e Arquitetónico, de Rio Maior, questionou o município sobre a volumetria e a inserção urbanística do edifício que vai acolher a Loja do Cidadão, na zona antiga da cidade.
A EICEL remeteu um ofício à Assembleia Municipal de Rio Maior, lamentando que, em 11 meses de contactos, a câmara não tenha mostrado o projecto de arquitectura nem os pareceres que fundamentaram a demolição da fachada centenária e a opção pela construção de um edifício que a associação quer saber se respeita o estabelecido na legislação.
Para a EICEL, em causa está o facto de, ao contrário do inicialmente anunciado, não terem sido mantidas as fachadas originais e de o edifício que está a ser construído “aparentemente” não cumprir o índice de construção previsto no Plano Diretor Municipal (PDM) nem as cérceas definidas no Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU), revelando uma “volumetria desenquadrada da estrutura urbana na qual se insere”.
A presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Isaura Morais (PSD), disse à agência Lusa que a intervenção em curso respeita os pareceres técnicos, segundo os quais a volumetria tem em conta a envolvente, sendo equivalente à de outros edifícios da zona que também têm três pisos (número máximo permitido).
Frisando que se trata de um edifício com fins públicos, que tem de cumprir uma série de requisitos legais, a autarca afirmou que essas condicionantes não permitiram a manutenção da fachada e obrigaram à configuração adotada. “Não há qualquer violação nem das normas do PDM nem do RGEU, que permite excepções para novas edificações que requeiram disposições especiais, como é o caso”, afirmou.
Para Isaura Morais, esta construção insere-se no esforço de revitalização do centro antigo da cidade, que, na sua opinião, não deve ser “musealizado”, mas antes obedecer a uma estratégia que combata o abandono e a desertificação. O edifício acolherá um espaço polivalente com funções cívicas, lúdicas e sociais, no qual funcionará a futura Loja do Cidadão.
A EICEL lamenta que os pedidos de informação feitos junto do executivo, nomeadamente sobre “qual o enquadramento legal que fundamenta o índice de construção, bem como as cérceas adotadas”, tenham ficado sem resposta, pelo que optou por enviar o processo à assembleia municipal, para que possa ser “devidamente esclarecido”.

TOMAR – Joaquim Esperancinha reúne com executivo e Comissão de Saúde na próxima

TOMAR – Joaquim Esperancinha reúne com executivo e Comissão de Saúde na próxima terça-feira.

Para a próxima terça-feira, ao que tudo indica, está marcada uma reunião entre o executivo da Câmara Municipal de Tomar, a Comissão de Saúde da Assembleia e ainda Joaquim Esperancinha, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo. Por aquilo que a Hertz apurou, este encontro deveria ter ocorrido nesta semana mas algumas contrariedades fizeram com que fosse adiado.
Em cima da mesa, como é óbvio, irá estar a reforma que tem sido implementada no CHMT, sendo que as diferentes forças do município irão questionar Joaquim Esperancinha sobre aquilo que ainda está em perspectiva e, claro, procurar fundamentos para as recentes mudanças. A outro nível, refira-se que a Comissão de Saúde, reunida nesta terça-feira, endereçou convites a todos os grupos parlamentares da Assembleia da República no sentido de se realizar um debate, em Tomar, em torno das questões da saúde. Dessa forma, no dia 2 de Julho, no Auditório da Biblioteca António Cartaxo da Fonseca, a partir das 17 horas, tudo indica que irão marcar presença representantes de todos os partidos, com destaque, possivelmente, para elementos pertencentes à própria Comissão Parlamentar de Saúde.
2012-06-25 00:19:57

Centro Hospitalar do Médio Tejo adopta medidas para ultrapassar falência técnica

Centro Hospitalar do Médio Tejo adopta medidas para ultrapassar falência técnica
18/01/2012 - 09:15
A reorganização das urgências, a concentração de serviços e a redução do número de cargos dirigentes são algumas das medidas esta terça-feira anunciadas para ultrapassar a situação de falência técnica do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), avança a agência Lusa.

Composto pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, que distam cerca de 30 quilómetros entre si, o CHMT tem esta terça-feira um défice acumulado de 160 milhões de euros, dos quais 60 milhões em dívida a fornecedores, tendo o presidente do conselho de administração, Joaquim Esperancinha, defendido esta terça-feira o plano apresentado como "fundamental" para conseguir ter o défice controlado num prazo de três anos.

Na unidade hospitalar de Torres Novas, onde decorreu a apresentação do plano de reorganização das três unidades hospitalares, Joaquim Esperancinha assegurou que a estratégia foi aprovada pelos autarcas daqueles municípios e afirmou que eventuais pressões contrárias ao mesmo não irão fazer recuar o conselho de administração.

"Estamos disponíveis para ouvir propostas alternativas, mas não pode haver recuo, no essencial, sob pena de colocarmos em causa a sobrevivência do próprio CHMT", disse.

Joaquim Esperancinha, que já presidiu ao CHMT entre Dezembro de 2002 e Abril de 2005 e voltou a ser nomeado em Dezembro, mostrou-se muito crítico em relação à administração cessante e à situação económica e financeira do CHMT, que tem vindo a degradar-se negativamente à razão de 25 milhões de euros por ano.

O administrador disse ainda que solicitou uma auditoria externa às contas daquele centro hospitalar, que deverá estar concluída no final de Janeiro, não excluindo a possibilidade de remeter matéria de facto para o Ministério Publico, para eventual apuramento criminal de responsabilidades.

Recusando fazer a "contabilidade de quem ganha e quem perde" valências, o responsável insistiu na importância da implementação de uma estratégia global para a centralização de serviços que ainda funcionam em mais do que uma unidade, promovendo a complementaridade.

Neste contexto, definiu-se a concentração do serviço de Otorrinolaringologia em Tomar, da Pediatria em Torres Novas e da Ortopedia em Abrantes. O bloco operatório de Torres Novas fecha, passando 80% das cirurgias programadas para a unidade de Tomar, e o bloco operatório da maternidade de Abrantes é reactivado.

As unidades de Tomar e Torres Novas ficam ainda com serviço de urgência básica com viaturas SIV (suporte imediato de vida), ambulâncias pré-hospitalares, e a urgência diferenciada e a unidade de cuidados intensivos ficam sediadas em Abrantes.

Ao nível dos serviços, a administração do CHMT revelou que baixou de 19 para 10 elementos e o número dos directores de departamentos e serviços foi reduzido dos 41 elementos para 19.
Joaquim Esperancinha disse ainda que a criação do conselho consultivo "é para avançar" e acrescentando que o plano de reorganização "não envolve despedimentos".

sábado, 23 de junho de 2012

Opinião...

Opinião
VINTE LINHAS
De fininho

Corre por aí um abaixo-assinado, promovido pela comissão de utentes da saúde do Médio Tejo, contra as medidas governamentais que ameaçam a sobrevivência do hospital de Torres Novas. Com pleno conhecimento da verdade toda ou com base apenas no diz que disse, as pessoas vão assinando. De uma coisa têm a certeza, não percebem o porquê de a unidade de saúde local ser a mais penalizada das três e sentem-se inseguros: quem será o socorro na hora de aflição? Mais do que as alterações em causa é esta indefinição que mais inquieta os torrejanos. Ninguém sabe onde se dirigir hoje ou como vai ser o amanhã. Um destes dias passei uns minutos, por motivos pessoais, nos corredores do hospital de Torres Novas. Além do vazio e do silêncio das instalações, quase vazias, chocou-me o constatar da realidade: os senhores das mudanças a transportar, a mando de alguém, equipamentos e material logístico, para o hospital de Abrantes. Enquanto reivindicamos a manutenção de valências naquela unidade de saúde, elas vão saindo de fininho, sem grande alarido. O futuro está certamente traçado, apenas ninguém o assume.


Por:
Inês Vidal
Blogger Utentes de Saúde do Médio Tejo.

Por uma Escola Pública de qualidade!

Petição online

Manifesto por uma escola pública de qualidade exige mudanças na lei

22.06.2012 - 16:18 Por Bárbara W.
Manifesto lamenta que Governo ponha em risco áreas como a Formação Cívica e o Desporto Escolar
Manifesto lamenta que Governo ponha em risco áreas como a Formação Cívica e o Desporto Escolar
 (Foto: PÚBLICO)
Contra os mega-agrupamentos, contra as turmas de 30 alunos, contra as "disciplinas fortes" em detrimento das fracas, por uma carreira docente mais sólida.
Está a decorrer uma petição online que exige a revogação dos despachos que prevêem o funcionamento do próximo ano lectivo e a construção dos mega-agrupamentos. As primeiras signatárias são a ex-secretária de Estado da Educação Ana Benavente e Rosário Gama, a ex-directora da secundária Infanta Dona Maria, em Coimbra.

Trata-se de um Manifesto Por uma Escola Pública de qualidade!, aberto a estudantes, professores, pais e a "todos os cidadãos, com ou sem partido, que defendem e acreditam na escola pública", começa por dizer o texto.

A preocupação é com a "qualidade das aprendizagens, a inclusão, o rigor, a disciplina, a cultura do respeito por si próprio, pelo outro, pelo ambiente, a responsabilidade, a reflexão mas também a criatividade e a curiosidade em termos de aprendizagem, uma escola em que o lema não seja “direito a uma educação” mas sim “direito a uma Educação para todos de qualidade”, tal como prevê a Constituição da República Portuguesa, de modo a garantir a formação integral do aluno visando a formação de cidadãos autónomos, com saberes indispensáveis para a sua inserção crítica na sociedade", refere a petição.

Para as primeiras signatárias, a escola pública "enfrenta um dos piores momentos da história da Democracia" por causa do "estigma da austeridade" e das medidas economicistas "de horizontes tão curtos que corre o risco de se transformar num amplificador das assimetrias sociais".

O documento antevê que os mega-agrupamentos potenciem a indisciplina, desvalorize as questões pedagógicas, dificulte as aprendizagens e, por consequência, aumente o insucesso e abandono escolar. Igual cenário é traçado para o aumento das turmas para 30 alunos.

"A pretexto da 'crise' estão a ser tomadas medidas que reflectem uma ideologia conservadora e que traduzem num brutal retrocesso na Educação para Todos, que, para além de ser um compromisso com a UNESCO, é um dos Objectivos do Milénio da ONU", reflecte a petição que discorda ainda com a atribuição de maior número de créditos horários a escolas com melhores resultados nos exames, uma vez que serão aquelas que têm menos sucesso que necessitam de mais horas para apoiar os alunos.

A "Educação para Todos" está também em risco porque o ministério alterou os tempos escolares dedicados à Educação Física, à Educação Visual e Tecnológica, ao Desporto Escolar, à Formação Cívica, "reforçando a ideia de disciplinas 'fortes' – Português e Matemática, disciplinas 'fracas' – as restantes, com excepção das disciplinas de Educação Física e artes que passam a ser disciplinas 'menores'".

Este despacho consegue ainda uma redução média de cerca de 20% dos horários dos professores, alerta a petição, lembrando a situação "cada vez mais frágil" destes profissionais.

"A escola em Portugal conseguiu avanços muito significativos nos últimos 38 anos, tal como o Governo e Presidente da República reconhecem ao dizer que esta geração é a mais bem preparada de sempre. Não vamos deixar que os mesmos que dizem isto destruam o sistema de ensino publico através da legislação relativa ao funcionamento do próximo ano lectivo."

Ainda a estrada entre Alcorochel e Casével

Promessas e boas intenções não tapam buracos

As câmaras de Santarém e de Torres Novas continuam sem avançar com o arranjo das estradas que dão acesso às povoações de Casais Novos e Alcorochel (Torres Novas) e à freguesia de Casével (Santarém) e quem paga com isso são os condutores que têm que circular por estradas esburacadas que deixam mossas nos pneus, jantes e suspensões dos automóveis.

As queixas já duram há anos, as manifestações de desagrado vão-se sucedendo mas o protocolo que prevê a reabilitação do caminho municipal 1174 e da estrada municipal 567-2, que servem os dois concelhos, continua por assinar. O documento prevê a repartição dos custos das obras entre os dois municípios cabendo cerca de 33% a Santarém e 67% a Torres Novas.

O presidente da Junta de Freguesia de Casével, Carlos Trigo (PSD), diz que o cenário não pode continuar “sem que as autarquias façam alguma coisa para resolver a situação” e promete levar o assunto novamente à Assembleia Municipal de Santarém. “Nem os buracos já tapam”, diz o autarca, referindo que há zonas onde já não há hipóteses de fugir aos buracos e os danos em automóveis vão-se sucedendo.
(in Mirante)